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O caminho da transformação: a arte da transmutação mental

15 dez 2018
09h00
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O conhecimento e a prática dos princípios que regem nosso Universo, a saber:
O princípio do Mentalismo;
O princípio da Correspondência;
O princípio da Vibração;
O princípio da Polaridade;
O princípio do Ritmo;
O princípio de Causa e Efeito;
O princípio do Gênero.

Todos apresentados neste portal, levam ao caminho da transformação de padrões de funcionamento que trazemos em nossas almas, em nossos corações. 

O caminho da transformação: a arte da transmutação mental
O caminho da transformação: a arte da transmutação mental
Foto: iStock

Conhecer e colocar em prática esses princípios é fundamental em qualquer trabalho de criação mental, de transformação de nossas vidas. 
Todo processo de transformação, requer um trabalho emocional e mental, uma arte que devemos nos determinar a desenvolver. Essa arte será lentamente compreendida por nós, conforme formos evoluindo como humanidade, pois a vida exigirá isso de nós.

Para nos tornarmos mestres nessa arte, precisamos necessariamente desenvolver e expandir nossas consciências, especialmente saber diferenciar o que nos faz bem, daquilo que nos faz mal. 

Para essa conquista, aquele que buscar sem medo sua autoconsciência, adquirirá mais e mais poder sobre sua vida. Muitos de nós, ainda não consegue ter clara a enorme diferença que existe entre uma pessoa que tem consciência de si e a que não tem nenhuma, que não sabe sequer seu papel no mundo.

Muitas pessoas até hoje são conduzidas e conduzem suas vidas a partir de um funcionamento automático e condicionado e por isso estruturam suas vidas, baseadas ainda no que aprenderam de seus pais, da Igreja, das normas sociais, sem questionarem os benefícios do que aprenderam.
A consciência de nós mesmos, nos remete à consciência do outro.

Existem pessoas que não se comprometem com suas próprias vidas, que não lutam por si mesmas, não se comprometem com suas escolhas e ainda esperam que algo aconteça, sem nenhum empenho de sua parte. Esses são aqueles indivíduos que escolheram para si os papéis de vítimas, o coitadinho que espera para si piedade e compaixão. Alguém que olhe para eles e resolva todos os seus problemas; problemas esses que eles mesmos criaram. Esse é o típico egoísta — não faz nada por si e ainda espera que alguém o faça. 

Quem nunca se deparou com esse tipo de personalidade?

Nossa existência neste lindo planeta ainda envolve a dor como seu componente e, infelizmente, devido à nossa ignorância, a dor ainda faz parte do nosso aprendizado como almas. 

O melhor que temos a fazer, é seguir o conselho de Sócrates: “Transforma as pedras que você tropeça nas pedras de sua escada”.

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Fonte: Eunice Ferrari

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