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Caça F-35 se tornou uma dor de cabeça para os países compradores; China tem um substituto para oferecer

O JF-17 chinês-paquistanês é modular e "barato" — esse é o segredo para conquistar mercados na África e no Oriente Médio

18 jan 2026 - 11h13
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Foto: Xataka

Em resumo. Após os ataques de Israel em Doha durante o ano passado, Paquistão e Arábia Saudita assinaram um acordo de defesa mútua. Dentro do acordo, há bilhões sobre a mesa tanto para se armarem quanto para cumprir certos compromissos. E, dentro dessa estratégia, a Reuters aponta para um acordo histórico entre os dois países.

O caça JF-17 é fruto de uma parceria de desenvolvimento entre China e Paquistão. O programa foi lançado em 1999 e cada país contribuiu com 50% para sua realização. Ele vem demonstrando há tempos sua versatilidade em combate e, nos últimos anos, diferentes países adquiriram uma frota desses caças. Mianmar foi um dos primeiros compradores estrangeiros, seguido por Nigéria e Azerbaijão. Nas últimas semanas, Bangladesh também se mostrou interessado em renovar sua frota envelhecida, e a carteira de clientes continua crescendo.

No relatório da Reuters, e como também aponta o South China Morning Post, a Arábia Saudita seria o próximo país a adquirir a versão mais recente do JF-17. As fontes mencionam um acordo entre 2 e 4 bilhões de dólares e indicam que outras nações estariam interessadas, como Iraque, Líbia e Sri Lanka. O grande trunfo é o preço: o JF-17 custa um quarto do que o F-35 estadunidense. Além disso, a produção é dividida entre a China, que fabrica parte dos componentes, e o Paquistão, responsável pelos demais.

Esse preço é a alavanca para que países do Oriente Médio e da África estejam modernizando suas frotas de caças, mas é preciso ter em mente ...

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