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Irã direciona seus ataques no Ocidente para onde dói: infraestrutura de energia e centros de dados

O mercado de IA está respondendo como costuma responder: com pânico

7 mar 2026 - 15h09
(atualizado às 16h21)
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Foto: Xataka

O Shahed-136, introduzido em 2020 e conhecido como "munição vagante", há anos é a ponta de lança estratégica do Irã no Oriente Médio. Após o início da guerra contra EUA e Israel, o país passou a direcionar esses drones contra seus inimigos. Não contra bases, mas contra os dois pilares que podem causar mais danos ao Ocidente: energia e centros de dados.

Os drones Shahed não são como um DJI comum com explosivos: são drones com alcance de até 2.000 quilômetros, ideais para realizar ataques de forma muito eficaz. A chave está no preço: eles são lançados em grande quantidade e, mesmo que muitos sejam interceptados, o custo dessa interceptação é extremamente favorável para o atacante. Estima-se que um drone custe cerca de 20.000 dólares, enquanto um míssil interceptor médio custa entre 300.000 e 400.000 dólares. Essa relação está fazendo com que até os EUA passem a utilizá-los.

E são esses drones, e suas variantes, que o Irã está utilizando para atacar infraestruturas críticas. Porque não precisam atingir diretamente os alvos: basta cair perto ou simplesmente representar a ameaça de que podem alcançar essa infraestrutura-chave. Um exemplo é Ras Tanura. Trata-se de uma das maiores refinarias de petróleo do mundo, que teve que fechar suas portas na última segunda-feira.

A Aramco (a proprietária) tomou a decisão depois que restos de drones interceptados caíram perto das instalações na Arábia Saudita. Isso provocou uma crise no mercado do petróleo, com o barril subindo de preço de ...

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