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Vidente ensina oração para ter proteção na vida

23 set 2013
07h35
atualizado às 07h35
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<p>A ora&ccedil;&atilde;o deve ser levada na carteira como&nbsp;instrumento de defesa diante dos perigos</p>
A oração deve ser levada na carteira como instrumento de defesa diante dos perigos
Foto: Getty Images

Além disso, funciona como termômetro. Medida de gostos, indicativo do que é mais ou menos pertinente, do que fisgou fundo o coração e a mente dos que me acompanham. Nessa toada notei que o esoterismo prático – simpatias, orações, modos de proceder – recebem uma acolhida calorosa, trazem inspiração e alegria para bastante gente.

Não abuso muito desses temas porque sei que tais indicações, ao serem generalizadas, se enfraquecem um pouco. Elas funcionam melhor em esquema “feito sob medida”, individualizadas, customizadas, adequadas à determinada pessoa em determinada circunstância. Mesmo sabendo disso não poso escapar da sedução que representam, do encanto de manipular no mundo concreto certos vínculos com as energias, fazer do material caminho de contato com a transcendência.

Feita essa ressalva fico mais tranquila ao dividir com vocês uma bonita oração, cheia de sensibilidade, força poética e espírito magicista. Trata-se de um pedido de proteção bastante antigo. Foi muito comum e ainda se encontra, com alguma frequência, nas paredes dos caravançarais, os alojamentos bem simples empregados para pernoite de cameleiros que atravessam o grande deserto do Saara.

Você pode anotar essa prece para os peregrinos e levar na carteira ou na bolsa, instrumento de defesa diante dos perigos. Ela diz:

“Meus protetores, sob o sol ou as estrelas, preservem meu deslizar. Acredito que possam, nos momentos de perigo, revogar as desordens, limpar os infortúnios, cobrir as fragilidades, amparar os gritos, desmantelar as mentiras, aliviar os medos, abrandar as desgraças, renovar as lealdades. Não deixem as bússolas desviarem. Apaguem com um só traço a tristeza, a infâmia, o erro e a miséria. Guiem-me pelo caos das rotas escondidas, das localizações desconhecidas. Acolham a súplica desse caminhante em perigo, humilde servo que curvado agradece.” 

Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold ou entrar em contato com ela, clique aqui.

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Fonte: Marina Gold
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