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Amigos e inimigos cármicos: saiba quem são e como lidar!

AntonioGuillem / iStock
14 mar 2018
12h20
atualizado às 12h51
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Durante o percurso de nossa existência, muitas vezes somos surpreendidos por pessoas de difícil convívio, que nos perseguem, nos fazem mal: são os inimigos cármicos que se impõem em nosso caminho e não temos como evitar.

Em geral, são pessoas que, gratuitamente, nos atrapalham, desejam-nos o pior, sem que nada tenha contribuído para isso – gratuito e inexplicável. Nem se trata apenas de energia negativa. É algo maior, mais profundo, raseiras, grandes tombos, quando menos esperamos.

Esses, porém, não são os únicos conhecidos herdados de vidas anteriores. Ainda bem que encontramos por aqui, na expressão material, outros. Vejam, antes de mais nada, que essa reflexão não se refere a nenhuma alma, nenhum obsessor que esteja na expressão espiritual. Refiro-me a seres humanos, que não reconhecemos pela sua “figura”, mas que nossos instintos mais profundos identificam.

Felizmente há ocasiões em que nos deparamos com alguém que desperta-nos enorme simpatia. Assim como no caso do inimigo cármico, nada indica de onde vem essa sensação de confiança, de bem-estar e reconhecimento, que de repente se instala em nossos sentidos e sensibilidades.

São amizades, aliados, bons companheiros que devemos cultivar. Para isso devemos aproveitar e devotar a vida inteira: para dar e receber provas descomprometidas de lealdade, doação, generosidade e cumplicidade – ajudas para enfrentar as maiores dificuldades.    

Por outro lado, é necessário também amenizar o poder de nossos antagonistas. Devemos construir uma relação mais positiva, clara e consistente com eles. O perdão é o caminho para avançar. Perdão para, pelo menos, estabelecer uma troca de mínimo respeito e não agressão, uma situação de convívio minimamente ponderado.

Mas, se não conseguirmos alcançar essa meta, mesmo com esforço e dedicação, podemos ter certeza de que o carma está sendo abrandado. Quem não suavizou e continuará carregando as dificuldades foi aquele que não aceitou ou respondeu positivamente aos nossos esforços de humanização e tolerância. Assim, o importante é não desistir de se esforçar, os resultados, espiritualistamente falando, importam menos.  

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Fonte: Marina Gold

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