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A esperança é o tempero da vida e deve funcionar como tal

DusanManic / iStock
16 mai 2017
10h00
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É impossível imaginar uma existência sem o bálsamo da esperança, pois, antes de mais nada, ela nos impulsiona para encarar de frente nossos desafios na tentativa de sermos bem sucedidos.

Ela impele nosso querer, toca para frente nossas mais secretas expectativas, acalenta nossos sonhos mais íntimos, apoia nossas ilusões e nos leva, com coragem, a procurar soluções mais convenientes para nosso caminho, e a nos organizarmos em torno de ideais mais elevados.

Por outro lado, a esperança se apresenta como um perigo que nos rodeia como um cipoal. Movidos por ela, nos arriscamos a perder o fio da caminhada e a ficar rodando em círculos em busca de algo que, talvez, não seja para nós.

A esperança é como o açúcar que se usa, digamos num café: se for insuficiente, não adoça. Caso seja exagerado, mela por causa do muito – estraga o sabor, se torna insuportável.

Assim também nos fatos da vida: se depositamos pouca esperança naquilo que almejamos, certamente será mais difícil alcançar o tal objetivo. Porém, se nos excedermos na sua medida, corremos o risco de ver a vida passar sem que possamos alcançar este ou outro ideal específico.

Nesse contexto de ambígua divisão, muitas vezes, é interessante contar com alguém que possa nos aconselhar, ajudar a pensar, esclarecer – com bastante realismo – se temos a capacidade de alcançar um ponto específico, ou se é melhor investir em outras direções.

Sensitivos e consultores esotéricos devem tomar muito cuidado ao expor seus consulentes aos exageros da esperança. Uma atitude sensata e ponderada, caminho de equilíbrio, é o que melhor pode ser desenvolvido para que um aconselhamento abalizado possa ser construído, para que opinião correta se apresente.

Esperança é bom, mas em excesso atrapalha!

Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold ou entrar em contato com ela, clique aqui .

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