0

Virada

31 dez 2018
09h00
  • separator
  • comentários

Acho que minha sensação é a mesma que a do querido leitor, da querida leitora. Como passou 2018? Rápido. Como passou esse mês de dezembro? Rápido. Ontem era Carnaval, Páscoa, piscamos e eis que chega o Ano Novo.

Ontem era Carnaval, Páscoa, piscamos e eis que chega o Ano Novo
Ontem era Carnaval, Páscoa, piscamos e eis que chega o Ano Novo
Foto: iStock

Apelos por toda parte. Nossos olhos, inundados pelas luzinhas, se enchem de brando, prateado e dourado. A festa se arma. Estamos ansiosos para ver romper 2019. A emoção dos fogos acendendo o céu, as rolhas de espumante saltando em meio às borbulhas espumando. Mais um ano. Aberturas. Possibilidades. Esperanças.   

Muitas coisas para pensar e a profunda necessidade, nessa ocasião, que cada um de nós sente de se colocar em destaque, no centro das reflexões. Isso nos leva a dois posicionamentos, que assumem direções opostas: podemos, olhando para trás, fazer uma retrospectiva do ano que passou e, numa outra direção, olhando para frente, tomar decisões para o próximo. 

Inúmeras lições se destacam na entrada de ano. Orações específicas, simpatias diversas, presentes específicos, uso de determinadas cores nas roupas (com prevalência do branco), o pulo das sete ondas, comer lentilhas ou romãs. Enfim, a chegada de um novo ano contamina todas as áreas do esoterismo, todas as abordagens místicas. 

Nesse contexto, seguir certas indicações e cumprir certos rituais é importante. São, principalmente, possibilidades de canalizar energias positivas. Se envolver no espírito de confraternização, na esperança de um futuro melhor no ano que vem, é o que pode nos encher de alegria e reforçar posicionamentos positivos.

Mas não é só disso que se trata. É preciso aproveitar a data para encarar os questionamentos, inclusive aqueles que são os mais difíceis de serem inspecionados. As coisas mais ásperas, que se escondem teimosamente, que evitamos revelar. Coisas que encontramos apenas muito raramente, em solidão, no quarto fechado, luz apagada, quando finalmente despimos a fantasia. 

No contato com a gente mesmo, na intimidade do nosso eu mais profundo, temos medos inconfessáveis, zonas de pânico, manias, pesadelos, inseguranças, um conjunto que se abre escuro, abismos que fingimos ultrapassar com facilidade. Ninguém confessa facilmente essas coisas, poucos sabem como enfrentá-las. 

Vamos nos preparar para ter clareza e força, firmeza emocional e maturidade, tudo aquilo que nos auxilia a vencer esses bolsões de dificuldades. Nesse ano que chega, os votos são para que todos consigam esse progresso, iluminando suas vidas, renovando a têmpera das suas existências terrenas e espirituais. 

Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold ou entrar em contato com ela, clique aqui.

Veja também:

 

Fonte: Marina Gold

compartilhe

comente

  • comentários
publicidade
publicidade