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Vidência, muitas vezes, é preparar o futuro e não prever

humonia / iStock
8 dez 2017
14h55
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Um expressivo número de pessoas que me consulta, vem em busca de desvendar o futuro. Além da muito discutida questão “fizeram algo contra mim?”, a segunda indagação mais usual é “o que você acha que vai me acontecer?”.

Essa resposta apresenta uma grande ambiguidade, porque existem fatos que podem ser previstos por um sensitivo, enquanto outros não se revelam com facilidade.

Isso ocorre porque frente ao destino que se apresenta – e que muitas vezes nós sensitivos podemos “ver” – está envolvido o livre-arbítrio do indivíduo em questão.

Assim, mesmo que seja possível observar o que vem no destino da pessoa, é difícil determinar como ela vai desenvolver a situação que, muitas vezes, não fica só sob o controle dela, como, também, depende da posição dos indivíduos que convivem e interagem naquele contexto de um determinado momento da vida.

Às vezes, as previsões estão mais para apontar um caminho do que para predizer (com nitidez absoluta) um futuro. Isso porque a maior verdade para a vidência é que “futuro não se prevê, futuro se prepara”.

Exemplo é uma consulta que realizei há alguns anos, com uma elegante senhora. Ela era relações públicas de uma escola importante. Observei: “você será escritora, e terá grande público”.

Ela riu e, incrédula, questionou: “escritora? Não sou muito intelectual não, nem sei contar bem uma história. Sou uma profissional comum e não encontro qualquer coisa que possa escrever e despertar interesse dos outros”.

É nessas horas que preciso ser firme. Aquele era o futuro a ser preparado e eu não esmoreci. Insisti, ela seria escritora ainda que achasse difícil, quase absurdo. Depois de algum tempo, ela recebeu um convite e se tornou a colunista social de um grande jornal. Acertei. Desde então ela é lida, atentamente, por um contingente enorme de pessoas.

Alguns anos depois, quando a reencontrei, ela garantiu que estava confiante para aceitar a atividade no jornal porque lembrava da consulta. Tinha certeza de que poderia assumir sem medo, se sairia bem. Era o futuro preparado para ela.

Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold ou entrar em contato com ela, clique aqui.

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Fonte: Marina Gold

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