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Esotérico

Vidente salva vida de rapaz que premeditava suicídio

ipopba / iStock
5 dez 2017
15h42
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Da minha longa trajetória trago gravadas na memória algumas histórias. Vez ou outra sinto necessidade de dividir com meus leitores. São histórias que podem esclarecer o funcionamento dos mecanismos premonitórios, centro de minha atividade.

Era domingo de manhã. Chegaram alguns clientes, mais exatamente uma senhora septuagenária, sua filha e mais duas amigas. Minha sala se encheu. Depois de todos acomodados, eu deveria chamar uma dessas pessoas para a primeira consulta.

Em vez disso, perguntei à senhora: “qual é o telefone do seu filho, porque eu vejo que a senhora tem um filho ali na casa dos quarenta anos?” Reforcei: “o nome dele começa com uma das últimas letras do alfabeto, não é?”

Ela me respondeu que eu estava correta, disse o nome do filho – que se iniciava com “s” – e o telefone. É assim que se dá a minha vidência, o início do processo é um impulso. O mais difícil é que eu nunca sei o que vou falar, apontar, referir. Nunca sei, até o último instante.

Deixei os consulentes na sala e disquei o número anotado por mim quinze segundos antes. O filho, atendendo, disse: “Alô”. Nesse momento eu percebi exatamente o que deveria dizer, ou seja, a vidência se completou. Falei: “moço, tira já essa arma que você está apontando para a sua própria cabeça. Que negócio é esse?”

A primeira coisa que ele me disse: “não estou apontando para a cabeça, estou apontando para o meu queixo”. Em seguida, externando sua enorme surpresa, indagou: “Como você sabe? Eu estou aqui, trancado no meu quarto, com a janela fechada”.

Expliquei tranquilamente quem eu era, barganhei um acordo e ficou acertado que ele viria me ver naquela mesma noite, usando aquele domingo para pensar melhor na responsabilidade de continuar vivo. À noite, como combinado, eu o conheci bem mais calmo e centrado, reconhecendo o imenso valor da vida. Está vivo até hoje.

Assim ocorre a vidência, só se explicita sem pensamento prévio, ou informação anterior. É preciso que eu acredite na minha sensibilidade para ver, para que funcione corretamente. Eu digo que fazer vidência é como se atirar num abismo de cabeça, com a total confiança na inteligência superior.

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Fonte: Marina Gold

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