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Um cartão especial: vidente relata história emocionante!

Almaje / iStock
21 jun 2017
09h00
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Um senhor, na faixa dos 60 anos, foi convidado por um colega de trabalho para assistir uma reunião espírita que acontecia aos sábados à tarde, em sua casa. Ele relutou, porque morava em Santos e não gostava de sair da toca – principalmente no frio de início de junho –, mas cedeu e acabou indo.

A família estranhou quando ele avisou que não almoçaria. Viajaria à capital. Era uma atitude tão incomum... Pegou um ônibus e táxi, que o deixou na porta da casa. Estava atrasado. Entrou. Acomodou-se no fundo da sala, para não atrapalhar.

Logo percebeu que se tratava de um encontro sério. A reunião já estava quase no fim quando a senhora que psicografava (indicando seu nome) perguntou:

– Quem é o Senhor fulano de tal?

Ele levou um susto.

– Tenho uma mensagem para o Senhor. De mão em mão o papel atravessou a sala até lhe chegar: “rosas para você mamãe. Um beijo. Carol”.

Do susto passou para o aturdimento: que mensagem seria aquela? Não conhecia nenhuma Carol e nem entendia quem enviava rosas para a mãe. Mesmo assim, evidentemente, recebeu o bilhete com respeito e guardou no bolso. Terminada a reunião, saiu rápido, procurando um táxi que o levasse até a rodoviária.

De repente, veio à mente uma vontade enorme de rever um amigo de faculdade, que morava ali numa transversal, e que não encontrava há uns 20 anos. Que estranho, logo ele que não costumava visitar ninguém e tinha pavor de viajar à noite!

Foi um impulso forte. Tão forte que quando percebeu, dois quarteirões caminhados, estava diante da casa. Tocou a campainha e, depois de segundos, o velho e querido companheiro abriu a porta.

Os anos haviam passado. Os cabelos de ambos eram grisalhos, as silhuetas se arredondaram e os olhares traziam algum cansaço. Emoção. Abraços. A conversa. O convite carinhoso para que ficasse para jantar. Diante da insistência, aceitou.

À mesa, os papos continuaram saudosos e queridos. Um rol de lembranças e emoções. Quando retornaram às poltronas da sala de visitas, a esposa do amigo pediu licença para pegar a bandeja do cafezinho. Foi quando o anfitrião falou baixo e com voz embargada:

– Você não imagina o bem que nos fez vindo. A Silvia estava precisando muito de distração. Com certeza você não soube que a nossa filha mais nova, Carolina, há um ano, morreu num acidente. Era a alegria da casa já que meu outro filho vive fora do país, sem condições de ficar perto da gente. Mesmo depois de casada, Carol continuou morando aqui no bairro para nos fazer companhia. Vinha sempre nos visitar. Tenho saudades da minha filha entrando por aquela porta, alegre, trazendo flores que colhia no seu jardim, rosas, as preferidas da mãe.

Os minutos seguintes foram da mais forte emoção. Dele, relatando, quase sem fôlego, o acontecido durante a tarde. Do pai, ouvindo comovido os desígnios de grandes mistérios, além do espaço e do tempo.

O mensageiro nem quis esperar a volta da mãe com o café. Preferia não participar do momento do casal. Era simplesmente o portador. Na saída, apontando para o bilhete que havia retirado do bolso e agora estava nas mãos trêmulas do amigo emendou:

– Esse é o cartão. As rosas você pode providenciar em qualquer floricultura.

Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold ou entrar em contato com ela, clique aqui .

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