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É preciso ter calma e aceitação frente aos enigmas, diz vidente

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Nós esotéricos, costumeiramente, não temos a visão completa, do conjunto todo, para avaliar a situação por inteiro. Naquilo que fazemos, faltam tantas peças que o quebra-cabeça parece ser mais de ausência do que de imagem compreensível e identificável. Um queijo suíço feito mais de buracos do que de massa.

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Essa circunstância das nossas vidas, cheias de vazios e interrogações, pode muitas vezes nos desesperar e deixar perplexos. As coisas do mistério são assim mesmo, senão teriam outro nome - não seriam misteriosas e sim compreensíveis. É preciso ter calma e aceitação frente aos enigmas da Inteligência Universal.

Diante de toda essa tremenda falta de sentido é inútil lutar com as armas da razão (discernimento, ordenamento, causalidade, nexo, etc.). A tarefa é da esfera intuitiva, sensível.

O carma não permite ser compreendido. Ele se revela (discreto, sugestivo, cheio de artimanhas) apenas para os olhos interiores, capazes de captar uma vibração que em nada se aproxima da luz desse mundo.

Compreender os desdobramentos profundos - não me refiro aos sentidos convencionais e corriqueiros - das coisas com as quais nos deparamos ao longo de nossa jornada requer calma e capacidade de aceitar que nada nessa situação será evidente.

Os fatos espirituais adoram desaparecer, se escondem e só se entregam de forma parcial, desafiando nossa confiança em nós mesmos, testando o grau de amadurecimento para o qual ascendemos.

Por outro lado, não se trata, como não quero equivocadamente fazer crer, de um interdito pleno, uma impossibilidade. É como aprender uma outra língua. Muito estranha no início, desesperadamente sem sentido. Se avançamos, com afinco e perseverança, vamos identificando algumas primeiras palavras mais usuais, coisas elementares que poderão, se nos esforçamos mais, progredir para maior e melhor entendimento e assim por diante até que nosso trabalho duro chegue a maiores níveis de domínio.

É longa jornada, de avanços custosos e tímidos. Por isso, muitas vezes, o papel do sensitivo se justifica. Um profissional - como qualquer outro -, especialista em traduzir essa língua do carma: difícil como mandarim, cheia de hieróglifos, sem dicionário próprio, sem regras gramaticais consolidadas, mas apaixonante quando começamos a entender a imensidão de coisas que ela pode comunicar.

Foto: Getty Images
Fonte: Marina Gold
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