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Colheita dos plantios anteriores

13 mar 2020
12h24
atualizado às 12h25
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Os caminhos se mostram mais árduos quando nos afastamos das lições anteriores, que na vida devem funcionar como exemplos de como se pode acertar ou errar, a partir dos passos que damos pela existência afora.

Caminhos
Caminhos
Foto: iStock

A responsabilidade do ser humano é total e absoluta quando se trata de fazer escolhas, ou seja, de exercer o livre arbítrio que a experiência nos oferece.

Certo é que más escolhas nos levam a situações intrincadas, difíceis e às vezes até desesperantes.

Então, essas escolhas deveriam explicar em si mesmas porque as circunstâncias podem ser tão árduas, tão complicadas. Muitas vezes é possível descobrir a origem de certas dificuldades que, de repente, irrompem no cenário da vida, desestruturando os quadros, deixando-nos à mercê de situações-limite que ás vezes se arrastam por anos e nos prejudicam o progresso.

É o caso da perda brusca de emprego, da traição no amor tão inesperada, da doença que aparece com tão poucos recursos de cura, sem fazer referência aos carmas mais pesados que se expressam inclusive no corpo físico como certas dificuldades de ter uma vida normal.

Essas circunstâncias, que de repente aparecem e se mostram altamente prejudiciais. Podem ser explicadas como, por exemplo, um desacerto no emprego que acaba por nos prejudicar;  ou o aparecimento de uma nova paixão na vida de quem já está pronto para nos trair.

Mas, há ocasiões em que essa explicitação não se dá com clareza, sendo que a origem da problemática não pode ser alcançada. Por mais que examinemos os efeitos, não conseguimos descobrir as causas.

Provavelmente isso ocorra porque as citadas causas estão localizadas numa vida anterior, num ponto perdido dentro da nossa evolução. São desacertos que estamos aqui para consertar.

Prestando atenção na lógica da vida, acabamos por “desconfiar” de razões antigas e podemos estar certos de que aqui só estamos procedendo à colheita de uma semeadura muito anterior, que felizmente a vida nos dá condições de aprimorar. 

Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold ou entrar em contato com ela, clique aqui.

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Fonte: Marina Gold
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