Dia do Astrólogo: por que 6 de janeiro se conecta aos Reis Magos e à Estrela de Belém
Para celebrar o Dia do Astrólogo em 06/01, contamos a origem da data e as histórias pessoais e apaixonantes de quatro especialistas do Personare
O Dia do Astrólogo é celebrado no dia 06 de janeiro e não é apenas uma coincidência com o Dia de Reis.
O Dia de Reis é uma festa cristã que comemora a visita dos três Reis Magos — Gaspar, Melchior e Baltazar — ao bebê Jesus.
Segundo a tradição bíblica, o trio seguiu a Estrela de Belém para encontrar o local de nascimento de Jesus. Embora sejam conhecidos como reis, é possível que eles não fossem monarcas, mas sim sábios do Oriente.
Quem eram os Reis Magos?
Os relatos históricos indicam que os Reis Magos eram, na verdade, magos-sacerdotes, estudiosos dos astros, dedicados à Astrologia e à Astronomia, campos que, na Antiguidade, caminhavam juntos.
Essa tradição sustenta a ideia de que a Estrela de Belém teria sido um fenômeno celeste real, interpretado simbolicamente à luz do conhecimento astrológico da época.
A Estrela de Belém segundo Kepler
Muitos astrólogos acreditam que a Estrela de Belém tenha sido um grande fenômeno astronômico com importantes significados astrológicos. Essa hipótese foi investigada por Johannes Kepler, astrônomo, matemático e astrólogo do século XVII.
É importante lembrar que, no período em que Kepler viveu, Astrologia e Astronomia ainda não eram campos totalmente separados, como são hoje.
A Estrela de Belém: uma conjunção entre Júpiter e Saturno
A pesquisa de Kepler serviu como ponto de partida para diversos estudos posteriores sobre o que teria sido a Estrela de Belém. Muitos deles sugerem que ela pode ter sido uma poderosa conjunção entre Júpiter e Saturno.
Esse fenômeno ocorre aproximadamente a cada 20 anos, mas nem todas as conjunções são visualmente impressionantes. A conjunção de 2020, por exemplo, foi excepcionalmente próxima, fazendo com que os planetas parecessem uma única estrela muito brilhante no céu.
Essa interpretação é simbólica e histórica, não um consenso da Astronomia moderna, mas segue sendo uma das hipóteses mais populares no diálogo entre ciência, história e astrologia.
O Dia do Astrólogo hoje
O Dia do Astrólogo passou a ser comemorado em 1978, quando o astrólogo uruguaio Boris Christoff sugeriu que o dia 06 de janeiro também fosse dedicado a quem se dedica à Astrologia, em homenagem aos Reis Magos.
Embora não seja uma data oficial, o Dia do Astrólogo é hoje uma oportunidade para refletir sobre o papel da Astrologia na compreensão dos ciclos da vida, dos eventos históricos e do autoconhecimento.
Por isso, convidamos sete astrólogos especialistas do Personare para contarem suas histórias com a Astrologia e relembrarem como tudo começou.
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Marcia Fervienza: A Astrologia me envolveu
Meu primeiro contato com a Astrologia foi em 1998. Eu tinha 21 anos quando conheci um astrólogo e o procurei no dia em que eu precisava muito de uma previsão sobre a minha vida e decidi fazer um Mapa. Fiquei abestalhada com a precisão com a qual ele me descreveu.
Eu nunca havia visto uma ferramenta tão precisa na minha vida. Então, um ano depois passei a estudar Astrologia. Até que um dia, uma amiga me apresentou um astrólogo que estava dando aula no Rio de Janeiro, o Alexey Dodsworth.
Eu fiz um curso de um ano e meio com ele. Ele sempre teve uma forma de explicar Astrologia que sempre foi muito envolvente. Antes disso, eu fiz vários cursos, mas com Alexey foi fascinante.
No trabalho final do curso, eu apresentei um projeto sobre a importância da Lua no Mapa Astral e ouvi dele que meu trabalho era espetacular. E eu me senti nas nuvens.
Em 2007, me mudei para a Argentina. Lá, eu pude participar de um grande congresso de Astrologia e meu trabalho foi aceito. A partir dali, passei a trabalhar mais na área, mesmo enquanto eu fazia a faculdade e, depois, o Mestrado em Psicologia.
No início da pandemia, em 2020, o Leo Dias me descobriu, falou de mim no perfil dele e, então, minha agenda lotou por meses. Foi nesse momento que tive que decidir entre minhas duas carreiras, porque não teria mais como manter as duas ao mesmo tempo.
Eu decidi, então, me dedicar 100% à Astrologia. Meus clientes me pediam muito para estudar Astrologia comigo e em 2022 eu abri meu primeiro curso.
Marcia Fervienza no Personare:
Tati Lima: a Astrologia me iluminou
O Dia do Astrólogo passou a ser comemorado em 1978, bem no ano que eu nasci. É o meu ano! Eu gosto muito dessa associação do Dia do Astrólogo com o Dia de Reis porque os Reis Magos eram sábios que estudavam as estrelas e usavam esse conhecimento para aconselhar as pessoas, os reis e os comandantes sobre o futuro.
Eu me interesso em Astrologia desde a adolescência. Mas decidi estudar Astrologia só em 2005, bem perto do meu Retorno de Saturno. Eu perdi um bebê perto do meu casamento e tive uma depressão profunda.
Eu me sentia muito perdida. E, nesse momento, eu decidi fazer um curso de Astrologia. Minha professora na época, com quem eu trabalhei depois por muitos anos, deu uma aula muito marcante para mim sobre Sol na Astrologia e eu lembro dela falando:
"O que você sente que bilha dentro de você quando você está estudando? O que você fica iluminado em você? Isso é o Sol na sua vida."
Lembro de acender algo em mim e eu pensar: "É isso que me ilumina, me traz energia e me traz clareza sobre quem eu sou e sobre como eu funciono". Assim, eu nunca mais parei de estudar Astrologia e, por consequência, trabalhar com Astrologia.
Tati Magalhães no Personare:
Vanessa Tuleski: a Astrologia como um presente de vida
Desde criança eu me interesso pela Astrologia. Minha mãe falava sobre signos como uma forma de entender as pessoas. Eu percebi que ela tinha conhecimento mais empírico e pessoal, não puro, mas ela usava para perceber como as pessoas eram.
Eu sempre me interessei, além disso, pelos mistérios da vida e ocultismo. No futuro, a Astrologia surgiu na minha vida como algo ligado aos designos do Universo.
Eu estava estudando para o vestibular e eu queria passar em uma universidade federal em um dos cursos mais concorridos. Esse objetivo me provocou muito estresse. Para que eu pudesse aliviar a pressão, minha irmã sugeriu que eu estudasse Astrologia. Ela me deu de presente livros que me ensinaram a calcular um Mapa Astral.
Embora meu ponto forte não fosse a Matemática, eu mergulhei nesses livros porque eu queria calcular o meu Mapa Astral. Na época, computador ainda era algo muito distante do dia a dia das pessoas.
Então, me empenhei a montar meu próprio Mapa e isso foi muito impactante para mim. A partir dali, passei a estudar cada vez mais Astrologia. Isso descortinou um Universo imenso em que passei a não só entender a mim mesma, como também as outras pessoas.
A Astrologia veio, portanto, como um presente em um momento de estresse. Eu consegui entrar no curso e na universidade que eu queria e ao longo da Graduação eu treinava Astrologia com meus colegas da faculdade.
A Astrologia entrou muito cedo na minha vida e foi uma das coisas que estruturou meu pensamento, com estudo de Filosofia e Sociologia. Era para ser um hobby que virou minha profissão.
Vanessa Tuleski no Personare:
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Yub Miranda: fascinado em compreender a alma humana
Eu fazia graduação em Filosofia quando comecei a estudar Numerologia. A Astrologia surgiu na sequência na minha vida. Eu já trabalhava há dois anos com Numerologia e, então, senti necessidade de mergulhar na Astrologia.
Daí foi paixão total. Eu senti o poder que temos por meio da Astrologia para nos conhecermos e nos orientarmos. A cada dia, eu me fascinava mais, me aprofundava, me conhecia mais, dissecava meu próprio Mapa Astral.
Quando eu me senti pronto, eu passei a fazer Mapa Astral para outras pessoas unindo com a Numerologia. Essa decisão mudou todos os rumos da minha vida, tanto pessoal quanto profissional.
Yub Miranda no Personare:
- Todas as análises numerológicas do Personare são de autoria do Yub Miranda
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Nai Tomayno: viciada em Astrologia
Minha história com Astrologia é muito curiosa porque eu não me identificada com meu signo — eu tenho Sol em Leão — porque não batia com minha personalidade tímida.
Mas eu me interessava pelo assunto e descobri mais algumas coisas sobre meu Mapa, por exemplo, que eu tenho Ascendente em Libra e Lua em Virgem na Casa 12.
Em 2017, eu vi a leitura de um Mapa Astral natal de uma pessoa que tinha o mesmo Ascendente e Sol que o meu e parecia que aquela leitura estava descrevendo a minha VIDA.
A partir disso, eu fiquei viciada em Astrologia e não parei mais de estudar. Então, por conta da leitura do meu próprio Mapa, eu percebi que atuar apoiando pessoas na sua jornada de Autoconhecimento fazia parte da minha jornada e foi assim que acabei escolhendo atuar em Astrologia.
Nai Tomayno no Personare
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- Nai também faz as previsões para os signos anuais
Bela Medeiros: a Astrologia como fonte imensa de Autoconhecimento
Eu sempre gostei de Astrologia. Nunca foi um assunto estranho para mim. O que muita gente talvez não saiba é que trabalhei na primeira equipe do Personare quando o site nasceu, 19 anos atrás.
Eu ainda era redatora publicitária. E, claro, que ali mergulhei ainda mais nos temas de Astrologia, Numerologia e do Tarot. Depois disso, continuei no mercado publicitário e, ao mesmo tempo, fiz muitos cursos de Astrologia.
Percebi que a Astrologia podia ser uma fonte imensa de Autoconhecimento. Comecei estudando meu Mapa Astral. Então, fui me aprofundando tecnicamente para oferecer às pessoas que eu atendo a Astrologia como uma ferramenta, uma porta para entenderem cada fase da vida e como podem realizar o seu propósito de alma.
Bela Medeiros no Personare:
- Bela faz atendimentos de Mandala Astrológica no Personare
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Ana Paula Malagueta: o chamado da Astrologia
Eu fui uma criança que amava o mundo mágico das cartas de tarot e oraculares e dos signos e planetas. Porém, era uma curiosidade infantil. Já crescida, recebi dois chamados fortes da Astrologia. Um feito pela Mirella Faur em uma mentoria e outro em uma consulta com um astrólogo védico.
Demorei um pouco para realmente ir atrás. Mas, depois que já estava na Gaia terminando minha formação como taróloga, senti que era a hora! Não dava para fugir mais… e me joguei e sigo estudando sempre e sempre e sempre.
Astrologia é algo encantador e infinito, comecei pela tradicional, passei pela psicológica, depois cármica e esotéria, pela magia astrológica e senti que reencontrei minha criança, encantada olhando o movimento celeste.
Estudar e atender com astrologia é uma oportunidade de ser como um farol, sendo luz nas viagens de cada alma aqui na terra.
Hoje, meu foco está em não está em Mapas tradicionais, mas infantis, pois trabalho com muitas grávidas na preparação ao parto e me preparando para em 2026 começar a atender com cármica e esotérica que são minhas paixões.
Sou muito grata a todos os professores que me ensinarem, especialmente a querida Nádia que é a estrela guia do meu céu.
Ana Paula Malagueta no Personare
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