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A guerra no Irã confirma o que a Ucrânia já havia mostrado: as batalhas são vencidas muito antes de se lançar o primeiro míssil

É uma fase silenciosa, mas absolutamente crítica

13 mar 2026 - 15h09
(atualizado em 15/3/2026 às 13h24)
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Foto: Xataka

Na Segunda Guerra Mundial, os exércitos começaram a descobrir que interceptar um sinal de rádio podia ser tão decisivo quanto afundar um navio. Décadas depois, essa lógica se multiplicou: hoje, um conflito moderno pode envolver satélites, algoritmos que processam milhões de dados por segundo e ataques que acontecem em redes invisíveis muito antes de que apareça o primeiro avião ou o primeiro míssil no céu.

No passado, as guerras começavam com o primeiro disparo visível: uma carga de cavalaria, um bombardeio de artilharia ou o lançamento de um míssil. Mas os conflitos do século 21 mudaram radicalmente essa lógica.

Antes de que o primeiro projétil cruze o céu, já foi travada uma batalha decisiva em outro lugar muito menos visível: redes informáticas infiltradas durante anos, satélites observando movimentos, radares cegados eletronicamente e algoritmos que analisam montanhas de dados para antecipar cada movimento do inimigo. A guerra no Irã voltou a demonstrar isso. Assim como ocorreu na Ucrânia, o enfrentamento real começa muito antes de que o público veja as explosões.

Um assassinato planejado por anos

O Financial Times aponta, em uma extensa reportagem, como foi tramado o ataque que acabou com a vida do aiatolá Ali Khamenei, um dos exemplos mais extremos dessa nova forma de combater. Quando os caças israelenses lançaram suas bombas sobre o complexo da Pasteur Street, em Teerã, a operação já vinha, na realidade, sendo desenvolvida em silêncio havia anos. Israel havia hackeado ...

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