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A guerra no Irã interrompeu outra cadeia de suprimentos crítica para a tecnologia de consumo: as placas de circuito impresso (PCBs)

Segundo o Goldman Sachs, o preço das placas de circuito impresso subiu até 40% no último mês; Essas placas são essenciais para o funcionamento de qualquer dispositivo eletrônico

30 abr 2026 - 14h12
(atualizado às 15h09)
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Foto: Imagem de capa | Random Thinking / Xataka

Enquanto a guerra no Irã nos deixa com uma crise energética global sem precedentes, ela também está afetando duramente a indústria de tecnologia em um de seus componentes mais críticos: as placas de circuito impresso (PCBs). Essas placas estão presentes em praticamente todos os dispositivos e, no último mês, seu preço disparou em até 40%, segundo o Goldman Sachs.

O motivo: um ataque a uma fábrica crucial de PCBs que está colocando em risco o fornecimento global dessas placas.

Ataque

No início de abril, as forças iranianas atacaram o complexo petroquímico de Jubail, na Arábia Saudita. A SABIC (Saudi Basic Industries Corporation) opera nesse complexo, produzindo aproximadamente 70% do fornecimento mundial de resina de éter de polifenileno (PPE) de alta pureza, um material essencial para a fabricação dos laminados usados na produção de PCBs.

Segundo a Reuters, a SABIC não conseguiu retomar a produção desde o ataque. E esse é um problema em escala global.

Matérias-primas em risco

Não se trata apenas do ataque direto a Jubail. O conflito também causou sérios transtornos ao tráfego marítimo no Golfo Pérsico, uma das rotas logísticas mais importantes que conectam produtores químicos do Oriente Médio a fabricantes de eletrônicos asiáticos.

A isso se soma a pressão sobre o cobre, que representa cerca de 60% do custo total da matéria-prima na fabricação de PCBs, segundo a Victory Giant Technology, uma das principais fornecedoras chinesas do setor, com clientes como a Nvidia.

A empresa ...

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