PUBLICIDADE

Deus não tem religião

Fé é convicção, crer em algo ou em si mesmo e religiosidade é sentir a percepção das manifestações do sagrado

12 mai 2021 18h05
| atualizado às 18h38
ver comentários
Publicidade
Fé é convicção, crer em algo ou em si mesmo e religiosidade é sentir a percepção das manifestações do sagrado - Shutterstock
Fé é convicção, crer em algo ou em si mesmo e religiosidade é sentir a percepção das manifestações do sagrado - Shutterstock
Foto: João Bidu

É fato: somos os únicos seres com consciência de nossa morte e tentamos a todo custo superá-la. O elixir da vida eterna, para a tristeza de muitos, ainda não foi criado, portanto, o ser humano continua buscando alternativas e válvulas de escape para justificar o temor de não mais existir.

Nesse contexto, as religiões fornecem caminhos para o paraíso. Cada uma com seus dogmas e crenças. Contudo, não podemos esquecer que todas elas foram estruturadas por homens, mesmo que inspirados por alguma "divindade". 

Os grandes profetas da humanidade nos trazem relíquias de valores que espelham o seu tempo durante a passagem na terra. Quando passamos conceitos de geração a geração é preciso cuidado na interpretação da mensagem. Dar algo como certo e estabelecido significa aceitar sem questionar!

Qual é o risco, afinal? 

É muito perigoso. O caminho espiritual, ou seja, a conexão com o divino não existe através de intermediários. As palavras, tradições, orações, os provérbios mantras e rituais podem ser usados como ferramentas de aperfeiçoamento da alma, mas cabe a cada um realizar a ligação pessoal e intransferível com plano superior.

Fé é convicção, crer em algo ou em si mesmo. Religiosidade é sentir a percepção das manifestações do sagrado que permeiam a vida humana. Já as religiões expressam a corrente de pensamento de um grupo. 

Ao se filiar a uma religião, entende-se que o indivíduo aceita e concorda com as regras, os mandamentos, e, por fim, com a dinâmica de um grupo. Entretanto, nem sempre há afinidades ou encaixes nesse sistema - o que não impede uma pessoa de ser espiritualista independente com sua fé e sentimento de religiosidade -, pois a única medida que existe para vida além-túmulo é o "peso" do seu coração. Mas o amor precisa de asas para existir.

Então, seguir o seu mestre interno (conhecido como consciência) pode, muitas vezes, ser a melhor escolha para a justa expressão da sua espiritualidade.

Quem é Dricca Rhiel

Difícil definir Dricca Rhiel, uma profissional cheia de intuição e conhecimentos sobre energias, tratamentos holísticos e comportamento humano. Ao longo de seus mais de 20 anos de atuação fez diversos cursos, entre eles, de parapsicologia, mas, antes disso,  já tinha formação acadêmica como Jornalista e tradutora e intérprete em inglês. Dricca se define como uma F.A.D.A - Formadora do Agora para o Despertar do Amanhã. E o que é isso? Dricca oferece uma visão ampla sobre a vida para ajudar as pessoas a encontrarem soluções para seus dilemas, desbloqueando emoções e promovendo a conexão de cada um com seu "eu". Para isso ela faz uso de seus conhecimentos de parapsicologia, de análises sociais e de seus diversos oráculos, que incluem tarot, runas, astrologia e numerologia. Um dos principais pilares é o amor, ela é autora da obra "O Livro Secreto do Amor — Como atrair um esquecer um grande amor". Ela reúne diversos fãs, muitos provenientes de suas redes sociais, como o Instagram, onde acumula mais de 50 mil seguidores. Outros a conheceram  em suas incontáveis participações na mídia, como na TV Gazeta, onde teve um quadro fixo sobre espiritualidade no programa DeAaZuca, que lhe deu o título de Fada do Brasil. Dricca aborda, além de assuntos sobre espiritualidade e relacionamentos,  temas como empoderamento feminino, violência de gênero, sexo e crimes violentos, em especial, serial killers. Seu repertório é tão amplo quanto suas especialidades.

TEXTO: Dricca Rhiel | Parapsicóloga | Magias e Talismãs | Astrologia

João Bidu
Publicidade
Publicidade