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Superstições: quais são,suas origens e como entendê-las

Não passar embaixo de escadas, não quebrar espelhos e bater na madeira três vezes para afastar o azar, saiba essas e outras superstições.

25 ago 2025 - 05h00
(atualizado em 25/4/2025 às 17h27)
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Resumo
Superstições influenciam tradições e cotidiano com práticas como evitar escadas, quebrar espelhos e usar rituais de sorte, refletindo crenças culturais e históricas.
Quebrar o espelho - Essa superstição é tradicional, todo brasileiro conhece. Ela diz que um espelho quebrado resulta em sete anos de azar.
Quebrar o espelho - Essa superstição é tradicional, todo brasileiro conhece. Ela diz que um espelho quebrado resulta em sete anos de azar.
Foto: Flickr rayza mazurek / Flipar

As superstições, enraizadas na cultura brasileira, influenciam nosso cotidiano e moldam tradições, trazendo crenças que vão de símbolos de boa sorte a hábitos que atravessam gerações.

De amuletos que acreditamos trazer sorte a rituais que seguimos para evitar o azar, como não passar embaixo de escadas ou quebrar espelhos, as superstições estão presentes em nossa vida e acabam sendo passadas de geração em geração.

O Brasil é um país rico em tradições, e as superstições são um reflexo dessa diversidade. 

O conceito de superstição é bastante amplo, isso porque envolve inúmeras práticas que podem variar entre diferentes culturas e sociedades, mas todas compartilham a ideia comum de que certos eventos ou objetos têm o poder de influenciar a sorte, ou o destino.

A importância das superstições muitas vezes vai além do simples crer, elas podem ter raízes na história, religião e tradições de um grupo.

O que é superstição?

Superstições são crenças ou práticas que surgem da ideia de que determinados eventos ou ações podem influenciar o futuro de maneiras que desafiam a lógica científica ou a razão. 

Elas frequentemente se baseiam em tradições, mitos ou experiências pessoais e podem variar amplamente entre culturas e regiões. As superstições costumam envolver a ideia de que certos comportamentos ou símbolos trazem sorte, ou azar.

Por exemplo, você já pode ter ouvido a sua avó falar para colocar uma folha de louro na carteira na hora da virada do ano, dizendo que isso ia atrair dinheiro e prosperidade para o ano ou aquele ritual que ficou super conhecido nas redes sociais, assoprar canela todo primeiro dia do mês para atrair energias positivas.

Embora muitas superstições possam parecer peculiares ou até mesmo irracionais, elas oferecem uma janela para a complexidade das crenças humanas e as formas como as sociedades tentam lidar com o desconhecido. 

Estudar superstições nos permite compreender melhor a cultura do local, a psicologia e a necessidade humana de encontrar significado e controle em um mundo imprevisível. 

As superstições mais famosas

Quebrar um espelho

Acredita-se que o espelho reflete não apenas a imagem, mas também a alma de uma pessoa. Quebrar um espelho é visto como uma ruptura com a própria alma, resultando em má sorte por um período específico, que varia conforme a tradição, mas o ditado mais conhecido diz que são 7 anos de azar.

Caminhar embaixo de uma escada 

Esta superstição tem origens antigas, associadas à forma triangular que uma escada cria entre o chão e a parede, representando a Santíssima Trindade na tradição cristã e também nas tradições do Egito Antigo, que entendem que o triângulo representa a vida, dessa forma, passar embaixo da escada é como um desrespeito.

O número 13

Esse número é frequentemente associado ao azar, especialmente quando cai numa sexta-feira (sexta-feira 13). As razões para isso podem variar, mas algumas teorias incluem a última ceia de Jesus Cristo, onde 13 pessoas estavam presentes, e Judas, o traidor, sendo o 13º.

Coceira na Palma da Mão

Diz-se que se a palma da mão esquerda coçar, você perderá dinheiro, mas se for a palma da mão direita, é um sinal de boa sorte: você receberá dinheiro! Essa superstição varia em diferentes culturas, mas está geralmente relacionada a presságios financeiros.

Trevo-de-quatro-folhas

Encontrar um trevo-de-quatro-folhas é considerado raro e, portanto, um sinal de boa sorte. Por esse motivo, esse símbolo está sempre ligado a sinais de bons presságios.

Passar o Réveillon com dinheiro no bolso

A tradição de entrar no novo ano com dinheiro no bolso é para garantir prosperidade financeira durante o ano. A falta de dinheiro no bolso é vista como um sinal de que a pessoa pode enfrentar dificuldades econômicas.

Essa é uma superstição bastante comum e acaba sendo passada de geração em geração, assim como manter uma folha de louro na carteira para atrair dinheiro.

Bater na madeira para afastar o azar

Sabe quando alguém fala algo que parece um “mau agouro”? É nessa hora que essa superstição entra: acredita-se que bater na madeira três vezes pode evitar a má sorte e afastar aquela energia negativa que foi falada.

Fazer um pedido para estrela-cadente

Quem nunca fez um pedido para uma estrela-cadente que atire a primeira pedra, ou talvez você ainda não tenha visto uma. Essa é uma superstição que diz que o desejo será realizado, já que é raro ver uma no céu.

As estrelas cadentes eram vistas como sinais divinos, e o momento de sua aparição é considerado propício para pedir algo especial.

Varrer os Pés

Em algumas culturas, acredita-se que varrer os pés de uma pessoa traz má sorte, especialmente em relação a casamento. Para quem ainda não tem uma aliança no dedo, esse não é um bom sinal, acredita-se que isso afasta a possibilidade do matrimônio.

Comer lentilha no ano novo

Comer lentilha no Ano Novo é uma tradição em muitos países, pois se acredita que esse prato pode trazer prosperidade e riqueza para o ano, já que se assemelha com pequenas moedas. Por essa superstição, se tornou tão comum ver essa leguminosa na ceia de final de ano.

Como lidar com as superstições?

Como você pode ver, as superstições estão presentes no imaginário brasileiro e acabam sendo um direcional para muitas pessoas, que acabam tornando-as costumes, muitas vezes familiares.

É comum ver quem já tenha como uma tradição de final de ano comer lentilha, por exemplo, ou deixar algumas cédulas de dinheiro no bolso.

Já outras, não passam de jeito nenhum embaixo de uma escada ou odeiam quebrar espelhos. O importante é buscar compreender as origens e os significados, para que não se torne algo que esteja no “controle” da sua vida.

É importante reconhecer que, na maioria das vezes, as superstições não têm base científica. Manter uma mentalidade crítica e racional pode ajudar a evitar que essas crenças passem dos limites na sua rotina.

Se você valoriza esses costumes e tradições, encontre um equilíbrio que respeite suas crenças pessoais sem comprometer seu bem-estar.

Participar de práticas supersticiosas por tradição pode ser uma forma de conexão cultural, desde que não interfira negativamente em sua vida.

Mas lembre-se: caso você sinta que uma superstição está afetando seu estado emocional ou psicológico, buscar apoio pode ser uma solução saudável.

Para saber mais sobre astrologia e superstições, acompanhe a editoria Horóscopos do Terra!

Fonte: Redação Terra
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