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Reconhecer um erro ordena energias do carma; saiba mais

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Reconhecer um erro... o que pode ser mais louvável? Na vida prática, uma atitude assim, além de demonstrar coragem e maturidade, permite que uma série de problemas seja solucionada e que conflitos sejam apaziguados. Na vida espiritual, mais sutil, é possibilidade de ordenamento das energias revoltosas do carma, condição misteriosamente necessária para subir a outros patamares evolutivos, distribuir saúde.

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Não nos enganemos, errar - infelizmente - é bem mais fácil do que pedir perdão e assumir que se agiu de forma despropositada, equivocada. Pedir desculpas interfere fortemente na imagem que temos de nós mesmos, coloca em evidência a fragilidade da pessoa e, por isso mesmo, é oportunidade para crescimento interior: ao experimentar essa experiência, colhendo frutos positivos, aprendemos a lidar melhor com nossos medos internos, defesas que nos fragilizam.

Vai daí que o maior erro que se pode cometer é, justamente, manter-se o tempo todo incapaz de reconhecer nossos enganos, relutante em relação às desculpas. Do ponto de vista espiritual, essa postura é reveladora de baixa amabilidade e empatia, duas chaves importantes para refinarmos nossa trajetória de vida.

O pensador grego Aristóteles compreendia que "o erro acontece de vários modos, enquanto ser correto é possível apenas de um modo". Importante lição, reveladora do caráter reto e objetivo da verdade, ensina a necessária presença do senso de justiça por trás de todas as nossas escolhas e ações.

Portanto, quando tomamos um atalho errado, o melhor a fazer, assim que percebemos o engano, é buscar, com humildade, acertar as coisas. Apesar do incômodo, de possível vergonha, essa é a melhor postura, inclusive porque estanca qualquer desdobramento mais perverso do erro cometido e impede que o problema cresça como uma bola de neve.

Na dimensão das tarefas espirituais, amar a verdade e perdoar o erro andam lado a lado, de mãos dadas. Crescer nesse sentido é tornar-se, progressivamente, mais paciente e indulgente; reconhecer que somos simples e humanos, portanto, falíveis. Esse é o caminho do perdoar e do saber pedir perdão, o caminho esclarecido que equilibra as coisas, minimiza as tragédias, bloqueia as retaliações, aponta para a transcendência do carma.

Para terminar (ainda que parcialmente), indico a pergunta maior de quem está nessa busca: "que erro reconhecer sobre todos os outros, mero desdobramento dele?" Simples: o egoísmo de procurar apenas ser amado, em vez de amar.

Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold, ou entrar em contato com ela, clique aqui.

desculpas, engano
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Foto: Getty Images
Fonte: Marina Gold
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