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Interferir no destino pode ser perigoso

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Todo sensitivo carrega dentro de si uma energia específica que, pela própria prática vinda dos atendimentos, tende a se fortalecer e, sendo doada de forma generosa, se torna uma eficiente ferramenta de ajuda a quem necessita. Essa é a parte oculta e mais mística de qualquer consulta esotérica.

Emanar energia positiva, protetora e de auxílio, encoraja e dá forças a uma pessoa em dificuldades: aquela que perdeu um amor, aquela que foi traída, que foi mal entendida, aquela que numa só rasteira foi mandada embora do emprego, aquela que se defronta de repente com uma doença grave, ou uma perda irreparável. São circunstâncias marcadas em cada destino, os desafios do carma.

Não se deseja afirmar com isso que o sensitivo possa modificar o destino do seu cliente. Muito pelo contrário, pois interferir no destino pode ser perigoso e por isso não é aconselhável fazê-lo. Se cada um de nós está aqui para cumprir seu caminho, seja ele fácil ou não, desviar a via para um lado diferente da rota necessária pode atrasar o indivíduo na sua trajetória astral, prejudicando seu progresso espiritual, causa primeira de nossa "estadia" na Terra.

Mesmo sem interferir, o consultor esotérico pode "sugerir", o que não deixa de ser, em alguma dimensão, problemático. Como tivemos oportunidade de assistir na novela Viver a Vida, na Globo. Acompanhando o desempenho da cartomante oficial da novela numa das suas consultas à filha, foi possível perceber um exemplo típico de "sugestão". Ela olha as cartas, comenta as coisas boas que estão acontecendo com a personagem e declara: "Tuas cartas são ótimas, mas se cuida, porque a maré de boa sorte pode passar. Pode ficar atenta". Aí está a "sugestão", a frase que prepara o fracasso.

Junto com uma sugestão dessa natureza, a cartomante que nos serve aqui de exemplo, treinada para emanar energia, estará doando uma carga muito negativa de dúvida e obscuridade à sua consulente. Isso se passou na ficção, mas pode ocorrer na vida comum, quando se busca orientação. Por isso, um sensitivo precisa ter total consciência do seu trabalho energético, que funciona e não faz parte da linguagem comum.

Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold, ou entrar em contato com ela, clique aqui.

Foto: Getty Images
Fonte: Especial para Terra
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