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"As pessoas precisam de fortes emoções", diz vidente

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O ser humano precisa de emoções fortes. Assistindo pela TV as Olimpíadas de Londres, é possível perceber os riscos a que cada modalidade esportiva expõe os atletas, mesmo os melhores do mundo!

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Olhar um competidor saltar, se contorcer no ar, e baixar ao solo com total equilíbrio, ou vê-lo se sustentar na ponta de uma vara oscilante, vencendo a distância necessária, ou ainda perceber a figura minúscula do mergulhador, no último trampolim, de altura quase inconcebível, tudo isso mexe com as emoções, seca a garganta, dispara o coração tanto dos competidores, quanto dos assistentes, incluindo-se aí os demais esportes, como o futebol, que move dezenas de corações e influencia a reação descontrolada da plateia.

Essa constatação mostra que, de certa maneira, as pessoas precisam de fortes emoções, sendo essa uma das causas de envolvimentos em situações difíceis, ou ligações afetivas absurdas. A necessidade de vencer desafios, superar provas a que nós mesmos acabamos por nos expor, é tão comum nos comportamentos humanos, que fica mais ou menos claro que a pessoa pode se enrolar numa experiência pessoal muito difícil e, por isso, cheia dessa adrenalina que parece impulsionar o mundo de forma irracional, e levar as pessoas avante nos seus planos mais malucos.

Por essa razão, muitas vezes ocorrem episódios inesperados: uma pessoa de vida afetiva estabilizada, se crê apaixonada de repente, e destrói em nome desse novo e arrebatador sentimento, uma relação serena e bem sucedida, porém sem grande paixão. Ou, num outro exemplo, um profissional abandona a segurança do emprego conhecido, mas sem grandes surpresas futuras, em busca de uma nova situação, às vezes desnecessária.

Além dessas circunstâncias tão radicais, a procura da emoção no cotidiano, pode resultar em grande confusão: ir pela estrada desconhecida em hora imprópria, se envolver com alguém não muito confiável, falar demais e criar intrigas , mentir sobre algo sério, enganando pessoas, colar na última prova do ano, são atitudes que criam emoções com base numa ansiedade sempre negativa, são momentos em que nós viramos os atletas, no topo dos trapézios, na ponta da vara oscilante, tentando alcançar o próximo trampolim, pulando no vazio, mesmo sem rede de segurança.

Ter consciência dessa tendência humana e controlar a necessidade de fortes emoções é uma forma de se prevenir dos riscos e se controlar para não criar desafios insuperáveis, que possam nos estatelar no chão.

Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold, ou entrar em contato com ela, clique aqui

Foto: Getty Images
Fonte: Marina Gold
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