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Esotérico

Amor de Carnaval: vidente relata história de tirar o fôlego!

vitapix / iStock
10 fev 2018
11h00
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Início de fevereiro. Ela tinha enviuvado há pouco, nada revelava que aquela mulher elegante e bem cuidada já passava dos sessenta anos. Viúva, pois, enfim, vida resolvida, veio saber de amores; alguma oportunidade de venturosa situação eletrizante.

Olhei no fundo dos olhos dela, castanhos, e vi um baile de Carnaval. Nunca entendo as minhas vidências. Felizmente, meus consulentes sempre as entendem. De repente, vendo e falando coisas do passado dela, eu encontrei um moço, jovem, bonito e muito misterioso.

Ao comentar esta visão, nítida, impactante, eu disse: “você já encontrou um moço assim e assim, num Carnaval passado, há anos, quando vocês eram muito jovens”. Ela balançou a cabeça e começou e contar, em detalhe: “sim, na minha adolescência costumava ir ao clube nas noites de folia. Eu era tímida, gordinha, e cheia de sardas. Como se não bastasse, usava óculos fundos”.

Eu me ajeitei melhor e ela prosseguiu: “foram três anos de bailes de Carnaval naquele clube de gente sofisticada, que me deixava ainda mais inibida, constrangida pelas fortunas e modos de vida. O moço, eu conheci logo no primeiro Carnaval. Era lindo, alto, de olhos azuis. Vinha de fora, ninguém sabia seu nome. As meninas, em tom brincalhão, o chamavam de “James Dean”.

Voltei a me ajeitar e ela completou: “os três carnavais que lá passei, foram iguais. Ele me abraçava e saíamos pulando pelo salão, sem trocar palavra, tímido ele, tímida eu. Nunca mais o revi. Será que é desse moço que a senhora está falando?”

A indagação chegou de súbito, quase me despertando do leve devaneio que a história da minha consulente induzia. De sopetão indiquei: “exato. Ele mesmo. Você deve procurá-lo”. Ela riu: “mas como? Como James Dean?” Eu, serena, confiando no que tinha visto naqueles olhos: “é teu destino. Ele vai aparecer na tua frente. Preste atenção. Não perca essa quarta oportunidade”.

Quando ela me procurou, alguns dias depois do Carnaval, contando como, no mesmo baile do clube, reencontrou o antigo par de folia, que na verdade se chamava Tom (quase James!), eu sequer me surpreendi: eles estavam destinados um ao outro há muitos carnavais.

Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold ou entrar em contato com ela, clique aqui .

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Fonte: Marina Gold

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