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Por que sexta-feira 13 é o dia do azar? Confira!

Veja as histórias por trás do misticismo da sexta-feira 13

13 nov 2020
09h03
atualizado às 13h39
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Sexta-feira 13 é conhecida por ser o dia do azar -
Sexta-feira 13 é conhecida por ser o dia do azar -
Foto: Pexels / João Bidu

Sexta-feira é um dos dias mais queridinhos da semana, uma vez que anuncia que o final de semana está batendo na porta. Além disso, este dia também é utilizado para a realização de happy hour e outros tipos de comemorações que envolvem muita diversão e bebidas. Mas, para quem acredita em azar, toda essa alegria pode ser afetada quando a desejada sexta-feira cai no dia 13.

Para as pessoas mais supersticiosas, a sexta-feira 13 é uma data que exige cautela. Afinal, é o dia em que o azar está no seu auge -- para quem acredita nisso, claro! Porém, até as pessoas que juram não acreditar nessa crendice também são afetadas pelo período. Isso porque o misticismo que envolve essa data "maligna" é propagado há muito tempo e, em geral, filmes e contos de terror reforçam ainda mais essa superstição em suas narrativas cheias de bruxas, maldições, azar e sustos. A sombria sexta-feira 13 é um terror que vive no imaginário popular. 

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As histórias por trás do misticismo que envolve a sexta-feira 13

A fama negativa que acompanha a sexta-feira 13 tem muitas origens. Bem como uma casa precisa de vários tijolos para ser construída, o misticismo do dia do azar foi formado pela junção de diversas histórias e mitos de diferentes culturas.

Por exemplo, o número 13 no cristianismo remete ao episódio da Última Ceia de Jesus Cristo, em que o 13º apóstolo que estava na mesa, Judas Iscariotes, foi quem traiu o Salvador. Algum tempo depois o Filho de Deus foi crucificado em uma sexta-feira, então, houve a junção desses dois elementos (13 + sexta-feira) e, assim, surgiu a crendice que a data traz azar.

Já na Numerologia, o 13 é um número carregado de conflitos e mudanças, por isso ele simboliza um momento que deve ser vivenciado com o pé no chão. Em outras palavras, o 13 pode representar tanto a sorte quanto o azar.

Outra referência negativa ao número 13 tem relação com o deus Loki, da mitologia nórdica. A história conta que Loki não foi convidado para um banquete que havia outros 12 deuses. Por essa razão, Loki, o deus da discórdia, causou uma grande confusão que terminou na morte de um dos convidados. No conto, o deus da discórdia representa o 13º integrante que não era desejado, por isso o simbolismo do número ficou marcado como negativo.

Também na cultura nórdica a sexta-feira remete à deusa Frigga, que é a divindade da beleza e do amor. Com a propagação da crença cristã, os seguidores de Frigga deixaram de louvá-la e, para piorar a situação, a imagem da bela deusa foi inserida em contos tenebrosos de bruxas. Para se vingar, a deusa chamou um demônio e 11 bruxas para jogarem maldições nas pessoas. Assim como houve a junção dos elementos '13' e 'sexta-feira' na história cristã da Última Ceia, acredita-se que Frigga, junto com os outros 12 seres (que juntos representam o número 13), são responsáveis pelo azar e todos os infortúnios que acontecem ocasionalmente nas sextas-feiras 13.

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João Bidu
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