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Um novo mundo está em construção?

O planeta passa por um período de transição, de finalização de um grande ciclo e início de outro; veja a análise de Eunice Ferrari

27 dez 2021 09h00
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Para quem tem olhos para ver, ouvidos para ouvir e sensibilidade para perceber, estamos todos inseridos em um período de transição, de finalização de um grande ciclo e início de outro. Essa transição já acontece há décadas, no entanto, desde 2020, esse processo ganhou força e aceleração.  

Algumas linhas esotéricas usam o termo transição planetária, mas que, na verdade, é uma mudança de Era que vivemos. Essa transição tem a ver com um processo de transformações que o planeta Terra e toda vida que nele habita estão inseridos e continuarão vivendo pelos próximos anos - não se sabe quanto tempo esse processo vai durar.  

Temos passado por momentos e situações intensas que nos levam à mudança de consciência e à construção de um novo mundo, um novo paradigma social, a partir de novos comportamentos. Esse movimento começou na década de 60 e sua atividade se tornou mais intensa nos dias de hoje com o evento da pandemia, que parece manter-se ainda durante alguns anos, nos obrigando a mudar nossos planos de vida e focar no que é, de fato, importante. 

O planeta passa por um período de transição desde 2020
O planeta passa por um período de transição desde 2020
Foto: Pixabay

Podemos dizer, sem medo de errar, que somos co-participantes desse momento de evolução coletiva e planetária, que tira nossos pés definitivamente de uma era, a Era de Peixes e nos coloca com os dois pés na Era de Aquário. 

A vigência de cada Era é marcada por grandes símbolos. Na Era de Touro, notamos que o Touro era um animal adorado no Egito. Na Era de Touro, surgiu a organização e o desenvolvimento da agricultura, a adoração de deuses relacionados ao elemento terra. Na Era seguinte, a Era de Áries, começamos a forjar o ferro e fabricar objetos de guerras, como as espadas. Podemos ver o surgimento de deuses masculinos e as guerras corpo a corpo. O masculino ganha força e destaque nas olimpíadas gregas, que começaram a acontecer nessa Era. 

É Jesus Cristo que marca a chegada da Era de Peixes, sendo o Peixe o símbolo do cristianismo. Vamos lembrar que Jesus Cristo e seus apóstolos eram pescadores. Uma Era de emoções intensas, paixões e simbioses, contemplação e caridade. As cruzadas, o sacrifício, o poder das Igreja Católica, o fervor religioso ganham força neste período; temas como a compaixão, redenção, abnegação, a devoção, todos têm a ver com o signo de Peixes. 

Hoje, estamos todos um pouco mais próximos da Era de Aquário e o que marca esse evento é o avanço da tecnologia, a globalização, a internet, os gritos pela igualdade, os estudos sobre a força e poder do pensamento, a ânsia pela liberdade de sermos quem somos, a necessidade imensa de fraternidade e igualdade entre as raças e sexos. Lentamente, a cada ano, o mundo do materialismo e da competição abrirá espaços para um mundo cooperativo, em que o sistema econômico vigente perde cada vez mais a sua força. 

É Aquário dando sua cara, que fica cada vez mais clara, a partir de trânsitos importantes que temos vivido e continuamos vivendo como a entrada de Urano em Touro, Saturno e Netuno, que fecham um grande ciclo quando terminarem a passagem por Peixes, em 2026 e, por fim, quando Plutão entrar em Aquário em 2023, fechando o grande ciclo zodiacal em Peixes em 2068. Muito distante? Nem tanto, 40 e poucos anos passam rapidamente e, quando Plutão entrar em Aquário, já em 2023, vamos sentir com muita força e intensidade, as bases desta sociedade desabarem, peça por peça. Esse processo vai até 2043 e, quando Plutão entrar em Peixes, onde ele permanece até 2068, todos os símbolos relacionados com a Era de Peixes caem ladeira abaixo e começam a ser cristalizados os novos símbolos, os que marcam o início de uma Nova Era, totalmente diferente desta que vivemos. 

Nós, como coletividade humana junto com o Planeta Terra, temos dado e continuaremos dando grandes passos à frente, na direção de nossa evolução. Nada permanecerá como hoje.

Fonte: Eunice Ferrari
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