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Meio do ano é momento para reflexão e crescimento

O tempo voa. “Ontem” comemorávamos um novo ano e agora cruzamos a meta de 2017, período importante e recheado de sentidos esotéricos.

1 jul 2017
08h00
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Os antigos romanos chamavam corte do meio do ano de “Idos”. Eles revestiam o período de forte carga emocional e conteúdo simbólico, comemoravam com inúmeras atividades o que consideravam um dos seus mais importantes feriados. Era momento de pensar nas coisas vividas, avaliar o que tinha se passado; pedir desdobramentos futuros e mentalizar objetivos para os dias vindouros.

 O dia 1° de julho corta como um bisturi afiado a soma dos dias do ano
O dia 1° de julho corta como um bisturi afiado a soma dos dias do ano
Foto: iStock

O momento é propício. O dia 1° de julho corta como um bisturi afiado a soma dos dias do ano e chama nossa atenção para um deslizar lento, dissimulado, quase imperceptível, mas inexorável da areia pela ampulheta. Dobramos o cabo. 2017 já vai pela metade e tudo que nos afasta do último réveillon é, exatamente, o que falta percorrer até o próximo.

Como sempre acontece quando fazemos uma avaliação, o momento é de encarar criticamente o que se passou. Apoiada na busca de amadurecimento, devemos avaliar sentidos e acumular lições de vida. É preciso pesar tudo com real aceitação e compreensão. O objetivo último é abrir o melhor dos horizontes possíveis para as coisas que poderão acontecer desse marco adiante, inclusive porque se está fazendo esse louvável esforço de entendimento.

A dica para esses dias que carregam o sabor de uma transposição é aproveitar para olhar as coisas privilegiadamente, como temos a oportunidade de fazer quando a roda-gigante está no topo, lá no mais alto. Elas se mostram a partir de um miradouro privilegiado. Depois, quando a roda começa a descer, as coisas se aproximam e a visão de conjunto, perspectiva de totalidade, se dilui.

Aproveite a posição dos “Idos” para olhar rumo a duas direções antagônicas e, a seguir refletindo para buscar uma síntese. O primeiro olhar deve enfileirar conquistas desses seis primeiros meses do ano. Coisas boas, momentos e superações que deixaram um gostinho de sucesso. Olhe também, numa segunda etapa, para o outro lado, cento e oitenta graus para lá, o inverso. Liste, nesse segundo passo, os erros e deslizes, falhas, acidentes, equívocos e dores. Liste coisas ruins, aquelas que amarraram, azedaram, amargaram a vida.

Na sequência você estará pronto para a terceira e última atividade: amadurecer espiritualmente utilizando as duas listas anteriores. Use sua avaliação do semestre que se foi para pensar sobre vitórias e derrotas, sem esquecer jamais da necessidade de alguma resignação para levar o destino com paciência e equanimidade.

Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold ou entrar em contato com ela, clique aqui.

Fonte: Marina Gold

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