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Amigos são presente de Deus, canalize mais energia neles!

26 jun 2017
10h00
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Lido frequentemente, no meu cotidiano de consultora espiritualista, com as mazelas do amor. Dor, sofrimento, desilusão, todos os pesos dos carmas. Isso me faz pensar: por que tanta energia jogada nessa direção, se uma parcela apenas fosse canalizada para a amizade, muito bem faria.

A amizade também é caminho de recompensa e elevação, de satisfação e conquista. A cada novo conhecimento, um novo mistério, uma nova personalidade a desvendar, alguém a mais com quem contar no mundo, a compreender-nos e a oferecer a oportunidade de aprendermos coisas até então desconhecidas.

Talvez, sob a face de um novo amigo, esteja a verdade de um novo amor.
Talvez, sob a face de um novo amigo, esteja a verdade de um novo amor.
Foto: pixelfit / iStock

A delícia de se ter amigos é poder escolhê-los, sem que nenhuma circunstância além da simpatia e afinidade interfira na mágica, que só o desvendamento de outro ser humano pode apresentar.

Não ter amigos, ou ter dificuldade em encontrá-los, expressa uma circunstância tão carmática quanto aquela de não encontrar um amor. Parece que quem não providenciou bons amigos num plantio anterior, numa vida passada; da mesma forma que quem não se empenhou em se acertar com um amor, pode e deve tomar enérgicas providências para superar o problema.

Como? Doando para a amizade o que a alimenta e fortalece. Ser mais acessível, ou menos exigente. Entender os demais sem os julgar. Espantar a timidez e a insegurança, percebendo que muitas vezes o outro é mais inseguro ainda e, por isso, às vezes, até mais infeliz.

Arrumar um novo amigo é ter despertada a curiosidade mais saudável e mais humana. É querer saber se ele gosta de cantar, se joga cartas, se tem interesse por poesia, ou por política. Tem algum ídolo? Vai ao cinema? Acredita em vida após a morte? Prefere o verão, quando as temperaturas são mais altas e envolvem melhor o corpo? Já teve um cão? Ou um gato?

Ter um novo amigo é se reencontrar consigo mesmo, se aprender mais uma vez. Descobrir formas novas de ser e se expressar. Por isso, é uma maneira de se reapresentar a si mesmo. E também de sonhar. Talvez, sob a face de um novo amigo, esteja a verdade de um novo amor.

Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold ou entrar em contato com ela, clique aqui.

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Fonte: Especial para Terra

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