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O perigo da ingratidão e traição

5 abr 2019
09h00
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As pessoas em geral guardam fortes lembranças — que se fazem presentes sempre que vantajoso — dos atos altruístas e generosos de que foram capazes. Mas (que coisa!), esquecem com facilidade e muito rápido das boas ações que receberam da bondade alheia. Chamo esse esquecimento pelo nome genérico de Ingratidão.

O perigo da ingratidão e traição
O perigo da ingratidão e traição
Foto: iStock

É comum encontrar pessoas chorando pela falta de reconhecimento de um esforço ou dedicação feito em favor do outro: aquele que pode, tranquilamente, ser reconhecido como “o ingrato”. É comum encontrar pessoas sofrendo, tristes, por não terem suas atitudes compreendidas e valorizadas por quem recebeu uma ajuda, uma benesse. 

Isso, sem fazer referência aos atos de Traição, em que, ao invés do agradecimento, devolve-se a facada, a rasteira, o tombo – atitudes maldosas. Do fundo da perplexidade que um comportamento desses gera, nada pode resultar senão a dúvida: “fomos duas pessoas tão amigas, tão próximas. Eu a ajudei em tudo. E, no fim, ela me tirou o que de mais precioso eu tinha”. 

Triste Traição, irmã mais velha e impiedosa da Ingratidão. Com mão quente ela arrasta e arrasa amores, relações familiares, amizades, dinâmicas profissionais, sociedades e parcerias, tudo numa bagunça ruim e doída. 

Muito mais frequentemente do que se presume, a Traição muitas vezes está na base de alguns planos mirabolantes, que acabam por prejudicar inúmeros indivíduos mais ingênuos, menos preparados para as cruéis armadilhas da vida. 

Por isso, e infelizmente, é preciso estar alerta. Antenas levantadas. Conhecimento lúcido e dos limites da entrega, da confidência, da confiança, da cumplicidade. Nesse cenário sombreado e frio que a Traição desenha, o único consolo (refúgio de sobrevivência perante a maldade!) é saber que os anjos-de-guarda protegem de preferência os puros de coração, aqueles que acabam facilmente enganados. Portanto, não se esqueça: pedir sempre proteção a eles.

E no mais? Manter a coragem e a postura correta. Não vacilar em terreno dos desafios éticos. Aceitar com firmeza as armadilhas que se revelarem inevitáveis. Levantar e seguir com determinação. 

Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold ou entrar em contato com ela, clique aqui.

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Fonte: Marina Gold
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