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Diante das perdas

19 jul 2019
09h00
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São inúmeras as circunstâncias de vida na qual sofremos cortes repentinos nas relações pessoais. Alguém de nossa convivência, subitamente, se desliga da nossa companhia. Toda a configuração existencial sofre transformações muitas vezes bastante significativas.

Diante das perdas
Diante das perdas
Foto: iStock

Quanto mais próxima for a pessoa, mais complicado é o rompimento, mais dor e desamparo gera. Membros de uma mesma família apresentam maiores dificuldades em se separar e as rupturas mostram-se mais graves e dolorosas. 

No caso de namorados, amigos e gente de nossa convivência ocorre o mesmo. Afastamentos, cortes e rompimentos na experiência comum, perdas, geram dúvida e sofrimento. 

Trata-se sempre de situações muito difíceis de serem aceitas e, às vezes, até mesmo de se acreditar nelas. Parece que o ser amado vai voltar em breve, agora mesmo, não se acredita na separação definitiva. A perna amputada segue doendo...

Costumo entender esses rompimentos como sinal de uma missão que se cumpriu e, por isso, acarreta mudanças tão radicais. O ser humano não está inteiramente preparado para as perdas e acaba reagindo, na maioria das situações, de forma inadequada e cheia de dor, o que impede o real desligamento.  

Já que perder é inevitável e se repete em diversas situações e por diferentes motivos — morte, desamor, desentendimentos, azares, etc. —, podemos afirmar que o melhor é sair da relação (seja do tipo que for) da forma mais harmoniosa possível, para que dela não restem angústias ou ressentimentos, pois eles se prolongam na memória e na afetividade, impedindo a plena continuidade da vida. 

Assim, é fundamental despir-se de todas as cobranças e frustrações para seguir buscando caminhos construtivos, que apontem para desenlace e crescimento. Caso contrário, estará sendo criada uma situação geradora de carma, tornando-se a libertação e o recomeço em uma nova dimensão de vida muito difícil. Os rancores, os ódios,  e os sentimentos negativos são fortes entraves para que se possa procurar com coragem um novo rumo.

Se você precisa encontrar essa coragem, não tenha vergonha de procurar quem possa auxiliar. Terapeuta, vidente, ajudas ou auxílios úteis e necessários. 

Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold ou entrar em contato com ela, clique aqui.

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Fonte: Marina Gold
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