Técnico da França revelou quais signos evitava para montar seleção em 2006
Ex-técnico da França admitiu que analisava signos antes de convocar jogadores e evitava até atletas de Escorpião
Pode parecer brincadeira de internet, mas a astrologia já influenciou decisões dentro de uma seleção em plena Copa do Mundo.
Durante o Mundial de 2006, o então técnico da França, Raymond Domenech, revelou que usava signos como um dos critérios para convocar e escalar jogadores. O treinador acreditava que alguns perfis astrológicos funcionavam melhor em grupo, enquanto outros deveriam ser evitados.
E tinha um signo que ele realmente não curtia: Escorpião.
Segundo Domenech, jogadores escorpianos teriam personalidades difíceis de administrar dentro do elenco. Em entrevistas dadas na época, o técnico chegou a dizer que evitava atletas desse signo principalmente em jogos decisivos.
Escorpianos eram evitados pelo treinador
Na época, Raymond Domenech declarou em entrevistas que acreditava que atletas do signo de Escorpião tinham personalidades mais complicadas para o ambiente coletivo.
O treinador também dizia desconfiar de jogadores desse signo em momentos decisivos, algo que acabou gerando críticas de jornalistas, torcedores e até atletas franceses.
Um dos casos mais comentados foi o do atacante Robert Pirès, que ficou fora da Copa do Mundo de 2006. Muitos associaram a ausência do jogador às crenças astrológicas do técnico.
Apesar das polêmicas, Domenech nunca negou o interesse pela astrologia e chegou a afirmar que analisava mapas astrais e perfis comportamentais antes de tomar algumas decisões dentro da equipe.
França eliminou o Brasil na Copa de 2006
Curiosamente, mesmo com as decisões consideradas "místicas", a França teve uma campanha marcante naquele Mundial.
Sob comando de Domenech, a equipe eliminou o Brasil nas quartas de final e chegou até a decisão da Copa do Mundo de 2006. A seleção francesa acabou derrotada pela Itália na grande final, em uma partida eternizada pela cabeçada de Zinedine Zidane em Marco Materazzi.
O elenco francês daquela Copa contava com nomes históricos como Zidane, Thierry Henry, Patrick Vieira, Ribéry, Makelele e David Trezeguet.
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