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IPCA sobe 0,33% em janeiro, puxado pelo preço dos combustíveis

Número ficou exatamente igual ao de dezembro; em 12 meses, porém, índice subiu para 4,46%

10 fev 2026 - 09h16
(atualizado às 09h35)
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Resumo
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de janeiro ficou em 0,33%, exatamente a mesma variação registrada em dezembro. No acumulados dos últimos doze meses, porém, o indicador avançou para 4,44%, acima dos 4,26% dos 12 meses até dezembro.
Preço dos combustíveis foi um dos responsáveis pela alta da inflação em janeiro
Preço dos combustíveis foi um dos responsáveis pela alta da inflação em janeiro
Foto: Paulo Liebert/Estadão / Estadão

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de janeiro ficou em 0,33%, exatamente a mesma variação registrada em dezembro. No acumulados dos últimos doze meses, porém, o indicador avançou para 4,44%, acima dos 4,26% dos 12 meses até dezembro.

Segundo os dados divulgados nesta terça-feira, 10, pelo IBGE, O grupo Transportes, com 0,6% de variação, foi o que teve maior impacto na inflação no mês passado (0,12 ponto porcentual). Já o grupo Comunicação teve a maior variação (0,82%). Dois grupos tiveram variação negativa: Habitação (-0,11%) e Vestuário (-0,25%).

Dentro do grupo Transportes, o destaque de alta foi a gasolina (2,06%), principal impacto individual no resultado do mês (0,10 ponto porcentual). A variação dos demais combustíveis foi: etanol (3,44%), óleo diesel (0,52%) e gás veicular (0,20%). Houve ainda uma alta de 1,87% nas passagens do metrô - em razão da variação de 3,83% em Brasília, por conta das gratuidades aos domingos e feriados, e do reajuste de 3,85% em São Paulo (2,89%), a partir de 06 de janeiro.

No grupo Comunicação, de acordo com o IBGE, destacou-se em janeiro a alta nos aparelhos telefônicos (2,61%) e reajuste em planos com influência nos itens TV por assinatura (1,34%) e combo de telefonia, internet e TV por assinatura (0,76%).

O grupo Saúde e Cuidados Pessoais registrou alta de 0,7% no mês passado, com destaque para os artigos de higiene pessoal (1,20%) e o plano de saúde (0,49%).

Já o grupo Alimentação e Bebidas desacelerou na passagem de dezembro (0,27%) para janeiro (0,23%). "A alimentação no domicílio registrou variação de 0,10%, ante o 0,14% do mês anterior, com influência das quedas do leite longa vida (-5,59%) e do ovo de galinha (-4,48%). No lado das altas, os destaques são o tomate (20,52%) e as carnes (0,84%), principalmente o contrafilé (1,86%) e a alcatra (1,61%)", diz a nota do IBGE.

A queda de 0,11% no grupo Habitação, por sua vez, se deu principalmente por conta da redução de 2,73% na energia elétrica residencial. "Em dezembro estava em vigor a bandeira tarifária amarela, com a cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 Kwh consumidos. Já em janeiro, a bandeira vigente era a verde, sem custo adicional para os consumidores", lembra o instituto. "Adicionalmente, há o efeito do reajuste tarifário de 10,48% em Rio Branco (5,34%) a partir de 13 de dezembro."

Estadão
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