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Ibovespa ensaia melhora com apoio de Itaú e BB, mas Eneva pressiona

10 fev 2026 - 10h17
(atualizado às 18h09)
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O Ibovespa retomava o sinal positivo nesta terça-feira, encostando nos ‌187 mil pontos, com Itaú e Banco do Brasil entre os principais suportes, mas Eneva ainda pressionava, com tombo de 13%, após a Aneel aprovar preço-teto para térmicas abaixo do esperado no leilão de potência.

Por volta de 12h50, o Ibovespa, referência do mercado acionário brasileiro, subia 0,19%, a 186.595,26 pontos, tendo já registrado 186.959,29 pontos na máxima e 185.083,14 pontos na mínima, após renovar recorde de fechamento na véspera.

O volume financeiro nesta terça-feira somava R$10,5 bilhões.

Investidores também repercutem nesta ⁠sessão o desempenho do IPCA no começo do ano, com alta de 0,33% em janeiro e de 4,44% em 12 ‌meses, segundo dados do IBGE, em resultados em linha com as expectativas de economistas.

"O resultado do IPCA não altera nossa avaliação para a inflação nem para a condução da política monetária", afirmou a economista Mariana Rodrigues, da SulAmérica Investimentos, reiterando ‌projeção de IPCA em 4,1% para 2026 e de Selic em 13%.

No exterior, ‌Wall Street registrava variações modestas e sem um viés claro, com investidores analisando números sobre a economia dos ⁠Estados Unidos e à espera de novas divulgações de dados econômicos na semana. O S&P 500 subia 0,2%.

DESTAQUES

- BANCO DO BRASIL ON subia 2,14%, em mais uma sessão positiva no setor, com agentes também na expectativa do balanço do quarto trimestre da instituição, na quarta-feira. ITAÚ UNIBANCO PN avançava 1,53%, BRADESCO PN ganhava 0,57%, SANTANDER BRASIL UNIT subia 1,78% e BTG PACTUAL UNIT valorizava-se 0,43%.

- VALE ON tinha variação negativa de 0,05%, chegando a flertar com o sinal positivo, distante ‌do pior momento. Investidores aguardam o balanço da companhia, previsto para a quinta-feira, após o fechamento. Na China, o contrato futuro ‌de minério de ferro mais negociado ⁠na Bolsa de Mercadorias de Dalian ⁠fechou o pregão diurno estável.

- PETROBRAS PN perdia 0,29%, também se distanciando da mínima do dia, marcado pela alta dos preços do ⁠petróleo no exterior, onde o barril sob o contrato Brent subia ‌0,45%. A companhia reporta após o fechamento ‌dados operacionais do quarto trimestre do ano passado.

- ENEVA ON desabava 13,54%, após a Aneel aprovar edital do principal leilão deste ano destinado a reforçar a segurança do setor elétrico brasileiro, incluindo preços-teto para contratação de usinas termelétricas muito abaixo dos previstos pelo mercado. A Eneva é uma das principais interessadas no leilão. No pior ⁠momento, caiu mais de 19%.

- BRASKEM PNA valorizava-se 4,29%, tendo como pano de fundo a aprovação pela Câmara dos Deputados na véspera do pedido de urgência para votação de projeto de lei complementar que aumenta o benefício do Regime Especial da Indústria Química (Reiq).

- BB SEGURIDADE ON subia 3,75%, após balanço com lucro líquido recorrente de R$2,29 bilhões e previsões para 2026. O braço de seguros e previdência do BB também ‌anunciou distribuição de R$4,95 bilhões em dividendos. Executivos da companhia mostraram cautela em previsão para 2026, apesar de otimismo sobre prêmios.

- RUMO ON avançava 3,36%, após divulgar que transportou 5,6 bilhões de toneladas por quilômetro útil (TKU) em janeiro, o ⁠que analistas do BTG Pactual classificaram como "um forte começo para o ano". Um ano antes, a companhia havia transportado 3,6 bilhões de TKU.

- RAÍZEN PN recuava 8,33%, um dia após a anunciar a contratação de assessores financeiros e legais para buscar opções para fortalecer sua liquidez e otimizar estrutura de capital. Ainda na segunda-feira, agências de classificação de risco reduziram suas classificações para a companhia.

- COGNA ON caía 2,37%, ampliando as perdas em fevereiro, após alta de 44% em janeiro e de quase 240% em 2025. Analistas do Bradesco BBI cortaram a recomendação dos papéis para neutra, citando valuation e expectativa de resultados mais fracos no quarto trimestre de 2025. O preço-alvo passou de R$4,80 para R$4,20.

- MOTIVA ON cedia 0,64%, mesmo após lucro líquido ajustado de R$606 milhões no quarto trimestre, alta de 68,3% sobre o desempenho de um ano antes. Executivos da companhia afirmaram que a Motiva passou a dar mais foco ao processo de venda de participação em suas operações com concessões de metrô e ferroviárias após venda da plataforma de aeroportos.

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