Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

EUA estão convencidos de que a China está realizando testes nucleares; o problema é que não conseguem provar

As suspeitas se baseiam em imagens de satélite e análises de inteligência

15 fev 2026 - 08h11
Compartilhar
Exibir comentários
Foto: Xataka

Durante a Guerra Fria, Washington e Moscou mantinham uma regra não escrita: se fosse realizado um teste nuclear, o mundo precisava ficar sabendo. Tanto quanto experimentos militares, as explosões eram também sinais políticos, projetadas para serem vistas, medidas e temidas. Por isso, falar de detonações tão pequenas que mal deixam vestígios sísmicos e de testes pensados para não serem detectados gera grande inquietação.

Os EUA acabam de acusar a China exatamente disso.

Ocorreu na última sexta-feira, quando os EUA denunciaram a China por ter realizado ao menos um teste nuclear com rendimento explosivo em 2020 e por estar se preparando para outros de baixa potência, uma denúncia formulada em Genebra por meio do subsecretário Thomas DiNanno justamente quando se desmorona o marco clássico de controle de armamentos após a expiração do New START.

Segundo Washington, Pequim teria recorrido a técnicas de desacoplamento para amortecer os sinais sísmicos e ocultar detonações subterrâneas. É uma acusação de enorme peso político porque rompe a ambiguidade anterior e aponta, pela primeira vez, uma data concreta: 22 de junho de 2020. E isso em pleno debate sobre se os EUA devem recuperar a opção de voltar a testar armas nucleares.

O pano de fundo técnico e legal é fundamental para entender a controvérsia, já que tanto a China quanto os EUA assinaram, mas não ratificaram, o Tratado de Proibição Completa dos Testes Nucleares, o que permite ensaios subcríticos sem reação nuclear ...

Veja mais

Matérias relacionadas

Programação é o novo painel de controle da IA: OpenAI e Anthropic deixaram isso claro com o GPT-5.3-Codex e o Claude Opus 4.6

Má notícia para Taiwan: China já possui drones capazes de disparar com precisão cirúrgica a 100 metros

Domínio da Starlink no espaço começa a mudar: outra empresa já obteve autorização para 4 mil satélites

Escalar o Everest custa R$ 300 mil, mas fazer isso do seu sofá de casa é grátis

Rússia ativou a blindagem "dente-de-leão": quanto mais horripilante o tanque, mais confusos ficam drones ucranianos

Xataka
Compartilhar
TAGS
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade