Brasileiro infringe a lei ao usar uma antena Starlink no meio de 120 passageiros durante voo
Em meio a um voo lotado, um passageiro discretamente retira uma antena Starlink Mini, cola-a na janela e a conecta a uma bateria externa; Enquanto outros 120 viajantes utilizam o Wi-Fi da aeronave, esse indivíduo ousado desafia as normas da aviação para acessar a internet via satélite
Uma bateria que desafia os céus proibidos
Estamos no alto, na cabine apertada de um Embraer E195-E2 da companhia aérea brasileira Azul, e este passageiro não tem medo de nada. Em vez de se contentar com o Wi-Fi de bordo disponível na aeronave, ele decide configurar sua própria conexão Starlink. A antena minúscula, colada na janela para captar o sinal de satélites da SpaceX em órbita baixa da Terra, é alimentada por um enorme power bank de 60.000 mAh, ou aproximadamente 222 Wh.
Ele filma o processo ao vivo, dando zoom no sinal que se estabelece apesar da velocidade e altitude de cruzeiro, como se declarasse vitória sobre as limitações das viagens aéreas. O vídeo vai parar no Instagram, onde viraliza em poucas horas, compartilhado por milhares de internautas impressionados.
Por que arriscar tudo?
O Wi-Fi da Azul, embora funcional, muitas vezes tem dificuldades para acompanhar as conexões terrestres, e este entusiasta pode simplesmente ter sucumbido ao fascínio da banda larga ilimitada.
As normas da aviação são rigorosas no que diz respeito às baterias de íon-lítio, e por um bom motivo. A Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC) impõe um limite de 100 Wh para todos os power banks transportados na cabine. Ultrapassar esse limite resulta em confisco imediato no embarque ou até mesmo em uma multa considerável. Este power bank em particular ultrapassa em muito o limite, quase dobrando a capacidade permitida, e é inclusive comercializado especificamente para alimentar antenas Starlink ...
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