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Traumatizados e abandonados, os cachorros da Ucrânia recuperam traços selvagens na luta pela sobrevivência

Estudos mostram que as características físicas mudaram devido à necessidade de se adaptar ao novo contexto

13 fev 2026 - 14h47
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Foto: Xataka

As guerras não se limitam à linha de frente e nem terminam quando os combates cessam. Ao longo da história, elas alteraram paisagens, cidades, costumes e até comportamentos cotidianos de maneiras inesperadas, deixando transformações silenciosas que só se tornaram visíveis com o tempo.

Algumas delas não aparecem nos livros de história nem nos balanços oficiais, mas revelam até que ponto um conflito é capaz de reorganizar a própria vida em suas margens. E também a de seus animais.

Vários estudos revelaram nos últimos meses que a invasão russa da Ucrânia não apenas deixou uma marca devastadora na população civil, como também está transformando silenciosamente os animais que compartilham esse ambiente humano, especialmente os cães domésticos.

Muitos foram abandonados durante as evacuações, outros ficaram presos em territórios ocupados ou zonas de combate e, em pouco tempo, passaram de animais de estimação dependentes a sobreviventes forçados de um ambiente extremo, tornando-se uma população híbrida entre o doméstico e o selvagem.

Um estudo nascido na linha de frente

A pesquisa mais recente, publicada na revista Evolutionary Applications, analisou dados de 763 cães em nove regiões da Ucrânia graças ao trabalho conjunto de abrigos, veterinários e voluntários, incluindo zonas perigosas próximas à linha de frente.

Uma parte fundamental do trabalho foi realizada por Ihor Dykyy, zoólogo da Ivan Franko National University of Lviv, que reuniu observações enquanto atuava como voluntário ...

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