O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira, 13, que tem falado diariamente com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, sobre o caso do Banco Master, expressando apoio à autoridade monetária. Ele classificou o caso como, possivelmente, a "maior fraude bancária" da história.
"Estou absolutamente seguro com o trabalho que o Galípolo e a equipe fizeram", disse Haddad, durante conversa com jornalistas na portaria da Fazenda, em Brasília. "Eu já disse isso, é um trabalho muito robusto."
Ele relatou ter conversado com o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo, sobre o tema. Segundo Haddad, a reunião entre Galípolo, Vital e o relator no TCU da apuração sobre a liquidação do Master pelo BC, Jhonatan de Jesus, na segunda-feira, 12, parece ter levado a uma convergência.
O ministro lembrou da importância do trabalho, citando que o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) é abastecido também por recursos de bancos públicos, pelo Banco do Brasil e Caixa. O FGC vai honrar depósitos elegíveis de até R$ 250 mil por pessoas físicas no Master, após a liquidação do banco.