Delegação brasileira chega ao RJ com apenas um jogador da Seleção; Ancelotti e demais atletas decidiram curtir férias
Voo fretado foi disponibilizado pela CBF e era opcional
A delegação da Seleção Brasileira chegou ao Rio de Janeiro na madrugada desta quinta-feira, 8, com apenas um dos 26 convocados por Carlo Ancelotti. O voo fretado foi disponibilizado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e era opcional. Entre os 26 atletas, apenas Danilo, do Flamengo, decidiu retornar ao País.
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Além do lateral-direito, estavam na aeronave Léo Nanetti, jovem da base do Flamengo que integrou o grupo como apoio aos treinamentos de goleiros, além de membros da comissão técnica, dirigentes e integrantes do staff da CBF, como Rodrigo Caetano e Juan Santos.
Os demais jogadores convocados para a Seleção, assim como o técnico Carlo Ancelotti, permaneceram nos Estados Unidos ou seguiram para outros destinos a fim de aproveitar o período de férias.
Durante o desembarque, jornalistas e profissionais da comunicação aguardavam para conversar com a delegação, mas foram informados de que Danilo deixaria o aeroporto pelo Salão Nobre. No entanto, ele mudou de ideia e saiu pela saída principal. Na ocasião, optou por não falar com a imprensa.
Já Rodrigo Caetano, coordenador executivo da CBF, parou para atender os jornalistas e fez uma avaliação do trabalho de Carlo Ancelotti no comando da Seleção Brasileira. Ele também comentou sobre o próximo ciclo de Copa do Mundo.
"Já falamos depois do jogo que a continuidade da própria CBF é, na minha opinião, um ponto de partida. Para que a gente não tenha um ciclo como foi o anterior, essa estabilidade dada à comissão técnica é um aspecto positivo", iniciou.
"Por mais que o resultado realmente não tenha sido o esperado por todos nós, não só pelos atletas e pela comissão, mas por todo o povo brasileiro, tivemos muitos jogadores jovens que ganharam minutagem, foram bem aproveitados e até se afirmaram nesta Copa do Mundo. Acho que é a partir daí que começamos a pensar nos amistosos de setembro e outubro, com a esperança de termos um ciclo muito mais estável do que o anterior", continuou.
Por fim, Caetano fez uma breve análise da gestão de Ancelotti. "Foi um trabalho de um ano e quatro meses, e todos nós esperávamos chegar mais longe na Copa do Mundo. Mas a competição tem se mostrado muito equilibrada, e os jogos demonstram isso. Infelizmente, paramos nas oitavas de final, mesmo com a seleção em evolução. Ainda assim, a avaliação é positiva. Se não fosse, ele não teria permanecido nem tomado a decisão de seguir no cargo."
O Brasil foi eliminado da Copa do Mundo pela Noruega nas oitavas de final.
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