Comprometimento de situação econômico-financeira levou BC a liquidar Banco Pleno

Instituição financeira pertence a Augusto Lima, investigado no caso do Banco Master e ex-sócio de Daniel Vorcaro

18 fev 2026 - 07h16
(atualizado às 07h33)
 Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil
Foto: Wilton Junior/Estadão / Estadão

O ‌Banco Central decretou nesta quarta-feira a liquidação extrajudicial do Banco Pleno S.A., com a extensão do regime especial ⁠à Pleno Distribuidora Títulos e ‌Valores Mobiliário S.A., entidades integrantes do conglomerado prudencial ‌Pleno, informou a ‌autoridade monetária

De acordo com ⁠nota do BC, o conglomerado, que tem como instituição líder o Banco Pleno, detém 0,04% do ativo total ‌e 0,05% das captações totais ‌do Sistema ⁠Financeiro ⁠Nacional (SFN).

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"A liquidação extrajudicial foi motivada pelo ⁠comprometimento ‌da situação ‌econômico-financeira da instituição, com deterioração da situação de liquidez, bem como por infringência ⁠às normas que disciplinam a sua atividade e inobservância das determinações do Banco Central ‌do Brasil", explicou a nota.

O resultado das apurações, segundo o ⁠BC, poderá levar à aplicação de medidas sancionadoras de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes, observadas as disposições legais aplicáveis.

Nos termos da lei, ficam indisponíveis os bens dos controladores e dos administradores da instituição objeto da liquidação decretada.

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