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Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Banco Pleno

A medida interrompe as atividades da instituição financeira que pertence a Augusto Lima, investigado no caso do Banco Master

18 fev 2026 - 07h13
(atualizado às 09h03)
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Fachada do Banco Central do Brasil, em Brasília
Fachada do Banco Central do Brasil, em Brasília
Foto: Dida Sampaio/Estadão / Estadão

O Banco Central (BC) decretou nesta quarta-feira, 18, a liquidação extrajudicial do Banco Pleno S.A (antigo Banco Voiter), com a extensão do regime especial à Pleno Distribuidora Títulos e Valores Mobiliário S.A., entidades integrantes do conglomerado prudencial Pleno. A medida interrompe as atividades da empresa.

Em nota, o BC informa que a decisão foi motivada pelo "comprometimento da situação econômico-financeira da instituição, com deterioração da situação de liquidez, bem como por infringência às normas que disciplinam a sua atividade e inobservância das determinações do Banco Central".

De acordo com ⁠nota do BC, o conglomerado, que tem como instituição líder o Banco Pleno, detém 0,04% do ativo total ‌e 0,05% das captações totais ‌do Sistema ⁠Financeiro ⁠Nacional (SFN).

O Banco Pleno pertence a Augusto Lima (conhecido como Guga Lima), investigado no caso do Banco Master e ex-sócio de Daniel Vorcaro. Eles foram presos pela Polícia Federal em novembro, no âmbito da operação Complince Zero. A prisão preventiva dos dois foi revogada pelo Tribunal Regional Federal (TRF) menos de duas semanas depois da prisão.

Com a liquidação do Pleno, ficam indisponíveis os bens de Guga e  de outros controladores da instituição financeira. 

O Terra tenta localizar os representantes do Pleno para comentar a liquidação do banco.

Fonte: Portal Terra
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