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Travesseiro viscoelástico: tecnologia da NASA no seu sono

O travesseiro viscoelástico se tornou um dos itens mais comentados no mercado de cama e descanso nos últimos anos.

16 fev 2026 - 14h02
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O travesseiro viscoelástico se tornou um dos itens mais comentados no mercado de cama e descanso nos últimos anos. Em lojas físicas, propagandas online e até em embalagens, os fabricantes costumam usar a expressão "travesseiro da NASA". Essa associação com a agência espacial norte-americana chama atenção e gera curiosidade. Por isso, muitas pessoas se perguntam até que ponto essa ligação é real ou apenas uma estratégia de marketing.

Antes de qualquer compra por impulso, muitos consumidores querem entender se realmente existe tecnologia da NASA no travesseiro. Eles também questionam se o termo apenas cria uma aparência mais moderna e avançada. A dúvida principal envolve a base histórica e científica dessa fama. Em outras palavras, algumas pessoas desconfiam de um possível exagero comercial em torno da espuma viscoelástica.

O que é o travesseiro viscoelástico e como ele funciona?

O travesseiro viscoelástico utiliza uma espuma especial, também conhecida como espuma de memória ou memory foam. Esse material reage ao calor e ao peso do corpo. Assim, ele se molda lentamente ao formato da cabeça e do pescoço. Depois que você retira a pressão, a espuma retorna gradualmente à forma original.

Os especialistas chamam essa resposta lenta da espuma de efeito memória. Em vez de ceder imediatamente como uma espuma comum, a viscoelástica distribui o peso de maneira mais uniforme. Dessa forma, o travesseiro tende a reduzir pontos de pressão. Por causa dessa característica, muitas pessoas associam o travesseiro viscoelástico a maior conforto cervical e a uma postura mais estável durante o sono. No entanto, o resultado também depende da posição em que a pessoa dorme e da altura adequada do travesseiro.

Por que o travesseiro viscoelástico é chamado de travesseiro da NASA?

A expressão "travesseiro da NASA" surgiu porque pesquisadores incluíram a espuma viscoelástica em um projeto ligado à NASA na década de 1960. Na época, a equipe buscava materiais capazes de absorver melhor o impacto e distribuir a pressão em assentos de foguetes e aeronaves. Assim, eles pretendiam proteger melhor os astronautas durante decolagens e pousos.

Esse estudo deu origem a um tipo de espuma de poliuretano com alta capacidade de absorção de impacto e adaptação ao corpo. Com o tempo, a NASA licenciou a tecnologia e transferiu o uso para empresas privadas. Em seguida, essas empresas adaptaram o material para uso civil. A partir daí, a espuma de memória entrou em colchões, travesseiros, palmilhas e outros produtos voltados ao conforto.

Portanto, o termo "travesseiro da NASA" possui uma base histórica real. A pesquisa que originou a espuma de memória se relaciona, de fato, à agência espacial. Porém, os travesseiros vendidos hoje vêm de indústrias comuns, que apenas utilizam a mesma categoria de material. Assim, o produto não mantém vínculo direto com a NASA nem segue projetos atuais da agência.

Faz sentido usar a expressão "travesseiro da NASA" atualmente?

Do ponto de vista técnico, a relação entre o travesseiro viscoelástico e a NASA faz sentido apenas como referência à origem da tecnologia. A espuma de memória nasceu em pesquisas espaciais. No entanto, o produto que chega ao consumidor em 2025 resulta de processos industriais variados, com diferentes densidades, aditivos, formatos e padrões de qualidade.

Em termos práticos, a expressão "travesseiro da NASA" pode criar a impressão de que o produto segue padrões específicos da agência espacial. Isso não acontece na realidade. O que existe se resume a três pontos principais:

  • Origem tecnológica compartilhada: o conceito da espuma viscoelástica surgiu em pesquisas relacionadas à NASA.
  • Produção totalmente comercial: as fábricas definem fórmulas, densidades e processos, sem certificação automática da agência.
  • Uso do nome como apelo de marketing: a referência tenta comunicar "alta tecnologia" e inovação ao consumidor.

Por isso, a expressão se mostra apenas parcialmente correta. Ela aponta para uma história real, mas também pode gerar interpretações exageradas sobre certificações ou participação direta da NASA em cada travesseiro. Dessa forma, o consumidor precisa interpretar o rótulo com cautela.

Como escolher um travesseiro viscoelástico de forma consciente?

Ao avaliar um travesseiro viscoelástico, você precisa ir além da expressão "travesseiro da NASA". Em vez disso, observe características concretas do produto. Alguns pontos costumam receber destaque de especialistas em sono e ergonomia.

  1. Densidade da espuma: densidades mais altas tendem a oferecer maior sustentação e durabilidade. Já densidades menores costumam entregar uma sensação mais macia. Assim, você deve ajustar a escolha ao próprio peso e preferência de firmeza.
  2. Altura do travesseiro: a altura ideal depende da posição predominante ao dormir, como lado, costas ou barriga, e da largura dos ombros. Em geral, quem dorme de lado precisa de travesseiros mais altos. Já quem dorme de costas costuma se adaptar melhor a alturas médias.
  3. Capa e ventilação: capas removíveis e laváveis facilitam a higiene e prolongam a vida útil do travesseiro. Além disso, furos de ventilação na espuma podem reduzir o aquecimento, algo importante para quem sente muito calor à noite.
  4. Certificações e garantias: selos de segurança, qualidade da espuma e prazo de garantia indicam cuidado na fabricação. Dessa maneira, você reduz o risco de comprar um produto com odor forte, deformações rápidas ou substâncias indevidas.

Além disso, o mercado oferece variações de travesseiro viscoelástico com gel, versões perfumadas e modelos com formatos anatômicos diferenciados. Esses recursos adicionais tentam melhorar a sensação térmica, o aroma ou a adaptação da cabeça e do pescoço. Mesmo assim, o núcleo do produto continua formado pela espuma de memória. Portanto, ele ainda deriva da mesma tecnologia original inspirada em pesquisas aeroespaciais.

O que realmente importa ao falar em tecnologia da NASA no sono?

Quando alguém fala em "tecnologia da NASA" aplicada ao sono, a informação mais importante envolve o caminho da inovação. A espuma viscoelástica representa um exemplo clássico de tecnologia desenvolvida em contexto aeroespacial que acabou entrando no dia a dia. Esse fato ajuda a explicar a popularidade do termo e o interesse de fabricantes em destacar essa origem em campanhas de marketing.

Na prática, quem busca melhorar a qualidade do descanso precisa olhar além do nome. O ponto central envolve a combinação entre altura adequada, suporte ao pescoço, conforto pessoal e condições de higiene do travesseiro. A espuma viscoelástica surge apenas como uma entre várias opções disponíveis no mercado. Portanto, a escolha tende a ser mais eficiente quando você considera características objetivas do produto, testes pessoais e orientação profissional, em vez de depender apenas do apelo do nome ou da menção à NASA.

dormir -depositphotos.com / ArturVerkhovetskiy
dormir -depositphotos.com / ArturVerkhovetskiy
Foto: Giro 10
Giro 10
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