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BBB e Diabetes: Como Babu Santana acendeu um alerta para a saúde

Saiba como o ator Babu Santana usa sua visibilidade para conscientizar sobre o diabetes tipo 2 e as novas tecnologias de controle

12 fev 2026 - 19h29
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A trajetória de Babu Santana no Big Brother Brasil foi além do entretenimento. O ator usou sua visibilidade para acender um alerta importante sobre o diabetes.

Veja como Babu Santana monitora a diabetes
Veja como Babu Santana monitora a diabetes
Foto: Divulgação/ / Saúde em Dia

No Brasil, a condição afeta cerca de 16,8 milhões de adultos. No entanto, o controle da doença ainda é um desafio para a maioria dos brasileiros.

Dados mostram que apenas 35% dos pacientes em tratamento mantêm níveis adequados de glicose. Babu mostra que é possível viver plenamente, desde que haja cuidado constante.

Entenda a diferença entre os tipos de diabetes

O diabetes acontece quando o corpo não produz ou não usa bem a insulina. Isso causa níveis elevados de açúcar no sangue, o que prejudica diversos órgãos.

O tipo 1 é uma doença autoimune, geralmente descoberta na infância. Nele, o corpo para de produzir insulina e exige reposição externa diária.

Já o tipo 2, como o de Babu, surge comumente na vida adulta. Ele está ligado a fatores genéticos e ao estilo de vida do paciente.

Evolução do monitoramento: do dedo ao sensor

Tradicionalmente, o controle é feito com o teste de "ponta de dedo". Esse método oferece uma leitura imediata, mas funciona apenas como uma fotografia do momento.

Muitas vezes, flutuações rápidas ou episódios de hipoglicemia noturna passam despercebidos. Por isso, a tecnologia evoluiu para o monitoramento contínuo de glicose (CGM).

Novos sensores subcutâneos medem a glicose de forma ininterrupta por até 14 dias. Essa inovação traz mais liberdade e segurança para a rotina agitada dos pacientes.

Inteligência Artificial contra a hipoglicemia

A grande revolução atual é a capacidade preditiva desses novos dispositivos. Sensores modernos utilizam algoritmos de inteligência artificial para prever tendências futuras de glicemia.

É possível prever o risco de hipoglicemia com 30 minutos de antecedência. Alguns sistemas alertam sobre variações nas próximas duas horas ou durante o sono.

Informação que salva vidas nas periferias

Babu ressalta que falar sobre o tema é fundamental para quem vive nas periferias. Muitas pessoas sofrem com a falta de informação e de acompanhamento médico adequado.

Para o ator, o sensor facilita a rotina de quem tem uma vida produtiva. "Com o sensor, são dois toques no celular e você já fica informado", afirma ele.

Além da tecnologia, o controle exige dieta equilibrada e exercícios físicos regulares. O objetivo é evitar danos severos aos rins, olhos e sistema cardiovascular.

O futuro do controle glicêmico no Brasil

A visibilidade trazida por figuras públicas ajuda a desmistificar a doença no país. O diabetes não deve ser um impedimento para a realização de sonhos pessoais.

O acompanhamento médico regular continua sendo a base de qualquer tratamento eficaz. Use a tecnologia a seu favor e mantenha sua saúde sempre em primeiro lugar.

Saúde em Dia
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