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Infarto fulminante: sinais que surgem horas antes e são ignorados

Morte de Henrique Madeirite, aos 50 anos, reforça alerta sobre sintomas ignorados

9 fev 2026 - 16h56
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O infarto fulminante costuma ser associado a algo totalmente inesperado, mas nem sempre acontece sem aviso.

Dor no peito e falta de ar podem ser sinais de infarto e exigem atenção imediata
Dor no peito e falta de ar podem ser sinais de infarto e exigem atenção imediata
Foto: Reprodução/Redes Sociais / Saúde em Dia

Em muitos casos, o corpo emite sinais horas antes, que acabam sendo ignorados ou confundidos com estresse, ansiedade ou mal-estar passageiro.

O alerta ganhou força após a morte do empresário e influenciador Henrique Madeirite, de 50 anos, que faleceu de forma repentina em Minas Gerais.

Segundo informações divulgadas, a causa foi um infarto fulminante. O episódio chama atenção para a importância de reconhecer sintomas e agir rápido.

O que é um infarto fulminante?

O infarto fulminante ocorre quando há uma interrupção súbita e intensa do fluxo de sangue para o coração.

Isso provoca a morte rápida das células cardíacas e pode levar à parada cardiorrespiratória em poucos minutos.

Diferente de outros tipos de infarto, ele:

  • Evolui muito rapidamente.

  • Pode ter poucos sinais claros.

  • Exige atendimento imediato para chance de sobrevivência.

Por isso, o tempo é um fator decisivo.

Sinais que podem surgir horas antes

Embora nem sempre sejam óbvios, alguns sintomas costumam aparecer antes do quadro mais grave.

Entre os sinais mais relatados estão:

  • Dor ou desconforto no peito, em forma de aperto ou pressão.

  • Sensação de queimação ou peso no tórax.

  • Dor que irradia para costas, pescoço, mandíbula ou braço.

  • Falta de ar sem causa aparente.

  • Náusea, tontura ou suor frio.

Em muitas situações, esses sinais surgem após esforço físico ou estresse emocional intenso.

Por que esses sintomas são ignorados?

O principal motivo é a banalização do mal-estar. Muitas pessoas acreditam que se trata apenas de:

  • Ansiedade.

  • Cansaço extremo.

  • Dor muscular.

  • Má digestão.

Além disso, existe o mito de que o infarto sempre vem acompanhado de dor intensa e incapacitante. Na prática, o desconforto pode ser progressivo e silencioso.

Quem tem mais risco de infarto fulminante?

O infarto fulminante pode atingir pessoas aparentemente saudáveis, mas alguns fatores aumentam o risco.

Entre eles:

  • Histórico familiar de doenças cardíacas.

  • Estresse crônico.

  • Hipertensão.

  • Colesterol alto.

  • Tabagismo.

  • Sedentarismo ou esforço físico intenso sem preparo.

A ausência de sintomas prévios não significa ausência de risco.

Quando procurar ajuda imediatamente?

Qualquer dor no peito que:

  • Dure mais de alguns minutos.

  • Irradie para outras regiões do corpo.

  • Venha acompanhada de falta de ar ou suor frio.

exige atendimento médico imediato. Não espere "passar". Não dirija até o hospital sozinho. Acionar o serviço de emergência pode salvar vidas.

O que fazer diante de um mal-estar suspeito?

Se houver suspeita de infarto:

  • Pare qualquer atividade imediatamente.

  • Sente-se ou deite-se.

  • Procure ajuda médica urgente.

Quanto mais rápido o atendimento, maiores são as chances de sobrevivência e menor o dano ao coração.

Casos como o de Henrique Madeirite reforçam uma lição importante: o coração pode dar sinais sutis antes de um evento grave. Reconhecer esses alertas e levar o corpo a sério é uma forma de cuidado essencial.

Infarto fulminante não escolhe rotina, profissão ou estilo de vida. Diante de qualquer dúvida, a orientação é clara: não ignore o que o seu corpo está tentando dizer.

Saúde em Dia
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