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"Turma da Mônica" ganha 2ª revista sobre distrofia muscular

Nesta edição, o menino Edu fala de seus medos de tomar remédios e usar cadeira de rodas no futuro

7 ago 2019
14h19
atualizado às 15h00
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A segunda revista em quadrinhos da "Turma da Mônica" com o personagem Edu, que possui distrofia muscular de Duchenne, foi lançada nesta terça-feira, 6. Desta vez, a história fala dos medos que o garoto tem de, no futuro, ter de se locomover em cadeira de rodas e tomar remédios.

Nova revista da 'Turma da Mônica' fala dos medos do personagem com distrofia muscular de Duchenne.
Nova revista da 'Turma da Mônica' fala dos medos do personagem com distrofia muscular de Duchenne.
Foto: Mauricio de Sousa Produções/Divulgação / Estadão Conteúdo

O menino tem uma doença genética rara caracterizada pela deterioração muscular progressiva. Os tratamentos atuais disponíveis retardam o avanço da enfermidade, permitindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas. Conheça mais sobre a condição aqui.

Aos interessados, o gibi está sendo distribuído na exposição Olá, Maurício!, na Fiesp, em São Paulo, e faz parte do projeto Cada Passo Importa, uma parceria entre a farmacêutica Sarepta e a Mauricio de Sousa Produções.

A doença rara genética leva à deteriorização muscular progressiva e a cadeira de rodas é necessária na maioria dos casos.
A doença rara genética leva à deteriorização muscular progressiva e a cadeira de rodas é necessária na maioria dos casos.
Foto: Mauricio de Sousa Produções/Divulgação / Estadão Conteúdo

A primeira revista foi lançada em março e mostrava a chegada de Edu na escola onde a turma estuda. Os veteranos brincam e conhecem um pouco mais sobre a doença, que ocorre em um a cada cinco mil meninos em todo o mundo. A história mostra a importância do diagnóstico precoce (facilitado com a solicitação de um exame de sangue chamado CK) e promove a inclusão.

Na nova edição, os personagens visitam o zoológico e, enquanto falam de seus medos, Edu revela seu receio de usar cadeira de rodas. Mas logo ele é encorajado pelos amigos a se manter positivo, não desistir do tratamento e viver feliz.

Os desenhos captam detalhes importantes sobre a doença: o garoto anda na ponta dos pés e tem hipertrofia de panturrilhas, sinais comuns à distrofia. Com essa abordagem, o objetivo do projeto é levar informação de forma fácil e conscientizar as pessoas sobre a doença, que não é contagiosa.

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Estadão
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