Pesquisadora destaca papel indígena em decisões sobre transição energética e demarcação de terras
A trajetória de Raquel Tupinambá é marcada por uma relação estreita entre o território, a pesquisa acadêmica, a identidade e a defesa dos direitos indígenas. Aos 36 anos, a indígena e pesquisadora do povo Tupinambá, no Baixo Tapajós, no Pará, acaba de concluir o doutorado em Antropologia Social pela Universidade de Brasília (UnB). Antes disso, construiu uma trajetória acadêmica que começou na biologia, no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (IFAM), e passou pela botânica, no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). * Com curadoria da Mandalah, consultoria global de inovação consciente, o Encontro Futuro Vivo acontece em 1º de setembro para promover reflexões sobre o presente e o futuro que queremos construir coletivamente.