Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

As Principais Notícias da Europa

Libertada Nadezhda Tolokonnikova, a última integrante Pussy presa

Nadezhda Tolokonnikova se junta a Maria Alyokhina, libertada horas antes; ambas foram beneficiadas pela lei de anistia assinada por Putin

23 dez 2013 - 08h40
(atualizado às 11h03)
Compartilhar
Exibir comentários
Nadezhda Tolokonnikova fala com a imprensa ao sair da prisão em Krasnoyarsk
Nadezhda Tolokonnikova fala com a imprensa ao sair da prisão em Krasnoyarsk
Foto: AP

A integrante do grupo punk Pussy Riot Nadezhda Tolokonnikova foi libertada nesta segunda-feira de um campo de detenção na Sibéria oriental, horas depois de Maria Alyokhina também ter saído da prisão. Segundo as primeiras informações, Nadezhda gritou "Rússia sem Putin" ao ser libertada.

As duas jovens, detidas em março de 2012 por vandalismo e incitação ao ódio religioso, cumpriam uma pena de dois anos de detenção depois de cantarem uma oração punk contra o presidente da Rússia, Vladimir Putin, na catedral Cristo Salvador de Moscou, em fevereiro daquele ano. Junto delas estava Yekaterina Samutsevich, libertada ainda em 2012.

<p>Maria Alyokhina conversa com a imprensa ao sair da prisão, em Nizhny Novgorod</p>
Maria Alyokhina conversa com a imprensa ao sair da prisão, em Nizhny Novgorod
Foto: AP

Maria, 25 anos, foi libertada por volta das 9h da manhã (horário local). Depois de ser transferida à estação de trens da capital da região, a jovem se dirigiu à Comissão contra a Tortura da cidade para explicar o destino de suas companheiras de detenção. "O mais difícil na prisão é ver como destroem a gente", comentou Alyokhina à rede de televisão Dojd.

Ela criticou a lei que permitiu sua libertação, aprovada na quarta pelo Parlamento russo e que prevê anistiar, entre outras, as pessoas condenadas por vandalismo e as mães de menores. "Não creio que esta anistia seja um gesto de humanismo, mas uma operação de relações públicas", declarou a jovem, mãe de um menino. "Se tivesse tido a possibilidade, eu a teria rejeitado", acrescentou, denunciando uma lei que permite a libertação de muito poucos presos, nem mesmo 10%.

AFP Todos os direitos de reprodução e representação reservados. 
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade