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Mestre-sala e porta-bandeira da Acadêmicos do Tatuapé escorregam em óleo no sambódromo; veja vídeo

Casal caiu em óleo espalhado pela pista do Anhembi na primeira noite de desfiles em São Paulo

15 fev 2026 - 14h48
(atualizado às 14h51)
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Um vídeo compartilhado nas redes sociais mostra o momento em que o segundo casal de mestre-sala e porta-bandeira da Acadêmicos do Tatuapé escorrega durante o desfile de carnaval, na madrugada de sábado, 14, no sambódromo do Anhembi, na zona norte de São Paulo. A pista estava com óleo espalhado por uma alegoria da própria escola.

Na gravação, o mestre-sala escorrega e cai, mas consegue se levantar sozinho. Logo na sequência, a porta-bandeira também sofre uma queda, precisando da ajuda de seu par e, ainda, de uma outra componente, que a puxa pela mão.

A queda teria envolvido o segundo casal de mestre-sala e porta-bandeira (Stefany & Rud), o qual não costuma ser avaliado pelos jurados. Além disso, o incidente não teria ocorrido na frente das cabines, de modo que não deve impactar também em evolução.

Em nota, a Acadêmicos do Tatuapé informou que os integrantes não se machucaram.

O óleo na pista também atrasou os demais desfiles. Foi necessária a aplicação de serragem e outros procedimentos de limpeza e segurança.

Por enquanto, a única perda de pontos confirmada é a da Rosas de Ouro. A tradicional escola entrou na pista no primeiro dia do Grupo Especial já ciente da punição de 0,5 ponto, por atraso na entrega das pastas técnicas.

A Acadêmicos do Tatuapé foi a vice-campeã do carnaval passado. Foi a quarta a entrar no sambódromo na primeira noite de desfiles do Grupo Especial, realizada entre a sexta-feira, 13, e o sábado.

A escola desfilou o enredo "Plantar para colher e alimentar. Tem muita terra sem gente, tem muita gente sem terra". A proposta foi abordar a história da agricultura e de movimentos sociais pela terra.

Veja abaixo, o vídeo da apresentação do primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da escola (Jussara & Diego):

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O que diz o manual do carnaval de São Paulo?

No quesito mestre-sala e porta-bandeira, o jurado deve avaliar cinco aspectos, de acordo com a Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo. São eles: coreografia e apresentação, qualidade técnica, relação com o par, movimento e integridade das fantasias.

Há a previsão de penalidades de 0,1 por ocorrência, que pode ser aumentada a depender do impacto na apresentação. Como exemplo, o Manual do Julgador cita casos de escorregão ou queda, do menos ao mais grave:

  • "o mestre-sala escorregou, perdendo o equilíbrio e logo em seguida retomou a dança sem maiores consequências";
  • "o mestre-sala caiu, perdendo o equilíbrio e naturalmente a harmonia com o par";
  • "o mestre-sala caiu, perdendo o equilíbrio, naturalmente a harmonia com o par e voltou fora do ritmo".
Estadão
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