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Setenta anos atrás, um japonês começou a fabricar capacetes para trabalhadores revolucionários; tanto que hoje eles são usados ​​até na MotoGP

Dos capacetes de construção aos circuitos do mundo: foi assim que a história de Arai começou, por acidente, quando um capacete de construção foi parar na cabeça de um motociclista

14 out 2025 - 13h15
(atualizado às 18h31)
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Foto: Xataka

Se há alguns dias falávamos sobre o método de trabalho único e meticuloso da Arai, há algumas horas me deparei com a história de como a marca japonesa começou a fabricar capacetes. E foi por puro acaso, literalmente. A culpa foi dos trabalhadores.

No Japão dos anos 1950, não havia capacetes para motociclistas. Não havia fábricas, nem regulamentações, nem mesmo a ideia de que alguém precisasse de um. Hirotake Arai, filho de um chapeleiro de Tóquio, ganhava a vida produzindo capacetes para proteger os operários da construção civil. Ele não pensava em motocicletas, nem em velocidade. Apenas em evitar que alguém se machucasse durante o expediente. E foi assim que ele entrou para a história.

Dos capacetes de construção às pistas de corrida do mundo: foi assim que a história da Arai começou

Até que um dia ele decidiu usar um desses capacetes para pilotar uma moto. Ele fez isso de forma simples, por pura lógica: era a coisa mais próxima de proteção que ele tinha em mãos. Mas depois de uma pequena queda, ele percebeu algo: aquele capacete improvisado para operários o havia salvado. Não era perfeito, nem foi projetado para isso, mas cumpriu sua função. E foi aí que tudo começou.

Arai se propôs a fabricar um capacete de verdade, não por negócios, mas por necessidade. Em um país onde ninguém produzia esse tipo de proteção, ele inventou seus próprios padrões, seus próprios testes, seus próprios moldes. E começou a fazer do jeito que sabia: à mão. Martelo, resina, paciência e uma obsessão ...

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