Colômbia está se armando com algo sem precedentes: o navio de guerra mais poderoso da história da América do Sul
E não só isso: programa PES terá impacto significativo na economia e na geração de empregos qualificados
A América do Sul há muito vive sob um frágil equilíbrio entre modernização militar, tensões internas e a constante influência de potências externas. Esse equilíbrio está novamente abalado hoje, com um cenário regional convulsivo marcado pelo renovado impasse dos EUA em relação à Venezuela e um continente que vê a segurança, a autonomia e a defesa ocuparem, mais uma vez, um lugar central na agenda estratégica.
Este contexto explica um projeto naval sem precedentes.
O ataque à Colômbia
Sim, a Colômbia iniciou uma das transformações industriais e militares mais ambiciosas de sua história recente, com o começo da construção de sua primeira fragata fabricada em território nacional.
O projeto Plataforma Estratégica de Superfície marca a entrada do país no seleto grupo de nações latino-americanas capazes de projetar e construir navios de combate altamente complexos. Não se trata apenas de uma decisão militar, mas de um compromisso estratégico com a autonomia, o conhecimento e o controle de todo o ciclo de suas capacidades navais.
Cotecmar e a maturidade do estaleiro
A responsabilidade pelo projeto recai sobre a Cotecmar, que assume pela primeira vez a construção completa de uma fragata para a Marinha colombiana. A imprensa tem falado nos últimos dias do início do corte da chapa metálica como símbolo da culminação de anos de investimento em engenharia, processos de produção e infraestrutura industrial.
Dessa forma, a nação deixa para trás o papel de mera compradora ou montadora e passa a ...
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