Samsung não chega a acordo com sindicato; premiê sul-coreano diz que greve precisa ser evitada

13 mai 2026 - 11h29

A ‌Samsung Electronics e seu sindicato não conseguiram chegar a um acordo salarial na quarta-feira, aumentando o risco de uma longa greve que ⁠ameaça não apenas a produção de ‌chips e a posição da gigante dos semicondutores, mas ‌também a saúde da ‌economia sul-coreana, que depende ⁠da exportação.

O impasse ocorre após uma maratona de negociações mediadas pelo governo na segunda e na terça-feira.

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Ressaltando a angústia causada pela possível ‌greve, a Coreia do Sul convocou ‌uma reunião ⁠de ⁠emergência para os ministros relacionados. Lá, o ⁠primeiro-ministro ‌Kim Min-seok instruiu ‌o governo a gerenciar de perto a situação "considerando a gravidade do impacto sobre a economia ⁠nacional", segundo um comunicado de seu gabinete.

Ele também pediu "apoio proativo para garantir que o diálogo entre o sindicato ‌e a administração possa continuar, para que isso não leve a ⁠uma greve em nenhuma circunstância", acrescentou.

A economia tem se tornado cada vez mais dependente das crescentes exportações de chips. Os semicondutores foram responsáveis por 37% das exportações do país em abril, acima dos 20% registrados no ano anterior, de acordo com dados do governo.

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