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Bancos brasileiros pretendem investir R$3 bi em IA e análise de dados em 2026

25 ago 2026 - 18h10
(atualizado às 18h56)
Resumo
Os bancos brasileiros preveem investir R$ 3 bilhões em inteligência artificial e análise de dados em 2026, alta de 8%, integrando um aporte total de R$ 50 bilhões em tecnologia, segundo pesquisa da Febraban com a Deloitte. O setor também destinará R$ 3,9 bilhões à computação em nuvem (+30%). Entre os benefícios da IA já percebidos pelas instituições financeiras estão o ganho de velocidade em tarefas rotineiras (92%), a redução do tempo de resposta a clientes e a prevenção a fraudes.

Os bancos ‌brasileiros pretendem investir R$3 bilhões em inteligência artificial e análise de dados em 2026, alta de 8% ante o mesmo período do ano passado, de acordo com dados da Pesquisa Febraban de ⁠Tecnologia Bancária 2026 divulgados nesta terça-feira.

A cifra faz ‌parte de um total R$50 bilhões em investimento em tecnologia previsto pelo setor no ‌ano, que fora revelado na ‌primeira parte do levantamento, publicada em junho. ⁠Na transferência de sistemas e dados para a nuvem, os aportes devem chegar a R$3,9 bilhões em 2026, aumento de 30% ano a ano.

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De acordo com os dados publicados nesta terça-feira no ‌Febraban Tech, evento de tecnologia e inovação do ‌setor financeiro, as ⁠instituições financeiras ⁠já veem benefícios relevantes associados à adoção da IA, com ⁠92% dos ‌bancos apontando o aumento ‌da velocidade na execução de tarefas rotineiras como o principal valor percebido da aplicação da tecnologia.

Ainda conforme a pesquisa, feita pela consultoria ⁠Deloitte, 52% destacaram benefícios como redução do tempo de resposta aos clientes, redução de custos e maior eficiência na análise de dados e 48% identificaram ganhos ‌na detecção e prevenção de fraudes.

"Esses investimentos promovem ganhos de eficiência operacional e o fortalecimento ⁠da resiliência das instituições, criando as bases para novas formas de relacionamento, personalização e geração de valor para os clientes", afirmou o sócio de Serviços Financeiros da Deloitte, Sérgio Biagin, em nota sobre o estudo.

"O desafio agora não é apenas adotar novas tecnologias, mas integrá-las à estratégia de negócios para acelerar a captura de valor, ampliar a capacidade de inovação e viabilizar novos modelos de crescimento sustentável."

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