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Dieta mediterrânea é eleita a melhor para seguir em 2019

Plano alimentar foi destaque pelo segundo ano consecutivo e triunfa em algumas subcategorias

4 jan 2019
09h53
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A dieta mediterrânea foi escolhida, pelo segundo ano consecutivo, como a melhor para 2019 de acordo com um ranking divulgado nesta quarta-feira, 2, pela empresa de mídia americana US News and World Report.

Ao todo, foram avaliadas 41 dentre as dietas mais populares do mundo, e a mediterrânea também triunfou em algumas subcategorias: melhor dieta para comida saudável, melhor dieta para controle de diabete e dieta mais fácil de seguir.

O resultado não surpreende, uma vez que diversos estudos mostram que seu plano de alimentação pode reduzir o risco de diabete, colesterol alto, demência, perda de memória, depressão e câncer de mama.

Apesar de a dieta mediterrânea não ser exata - porque gregos, italianos, franceses e espanhóis se alimentam diferentemente -, seus princípios são os mesmos, e os pratos são sempre associados a ossos mais fortes, coração mais saudável e vida mais longa.

A maior parte das refeições é focada em frutas, vegetais, grãos, ervas, amêndoas e azeite de oliva. Quase não se vê açúcar, farinha ou manteiga. A carne vermelha aparece poucas vezes, enquanto o peixe é mais presente.

Para fazer o ranking, um painel de especialistas em saúde, principalmente em problemas de coração, diabete, nutrição e obesidade, analisou periódicos médicos sobre dietas e relatórios governamentais. O ponto em comum entre todos os planos de alimentação é o uso mínimo de produtos processados, dando maior foco para frutas e vegetais.

Em 2018, a dieta mediterrânea empatou na primeira posição com a Dash, plano semi vegetariano criado por um instituto americano de prevenção de hipertensão e que neste ano ficou em segundo lugar. Em terceiro lugar, ficou a dieta flexitariana.

"Se você está tentando perder peso ou controlar seu colesterol, o ranking dá a cada pessoa a chance de avaliar qual plano de alimentação funcionará melhor para ela e para suas necessidades específicas", disse Angela Haupt, editora-assistente de saúde da US News and World Report.

*Com informações da agência ANSA

Estadão

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