Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Pagos cria comitê de subadquirência para prevenção de riscos

A iniciativa foi anunciada em 2024 e reúne executivos e especialistas para identificar vulnerabilidades e fortalecer práticas de compliance no setor de meios de pagamento eletrônico

13 fev 2026 - 12h09
Compartilhar
Exibir comentários

A Associação Pagos de Gestão de Pagamentos Eletrônicos anunciou, em 2024, a criação de um comitê de subadquirência voltado para identificar vulnerabilidades e reforçar mecanismos de prevenção de riscos no setor de pagamentos digitais. A medida busca acompanhar o crescimento das transações eletrônicas no país e contribuir para maior segurança nas operações.

Foto: Créditos: Pagos / DINO

"A Pagos se posiciona como guardiã da credibilidade do nosso setor de meios de pagamentos eletrônicos. Criamos um comitê de subadquirência justamente porque já enxergávamos furos e precisávamos entrar mais forte, com um compliance atuante e proativo", afirma Daniel Nery, vice-presidente de Facilitadores de Pagamentos da Associação.

Cenário do setor

Segundo Daniel Nery, o comitê reúne executivos com experiência em adquirência, subadquirência e bancos digitais, além de contar com a assessoria de grandes escritórios jurídicos especializados em meios de pagamento. Essa estrutura garante atualização constante sobre regulamentações e práticas de mercado.

De acordo com dados do Banco Central, o Brasil registrou mais de 72 bilhões de transações de pagamentos no primeiro semestre de 2025, com destaque para o crescimento do Pix, que avançou 52% em relação ao ano anterior e já responde por quase metade das transações digitais.

Entretanto, a instituição financeira demonstra que os desafios de segurança permanecem. Um relatório mencionado em matéria pelo Correio Brasiliense afirma que, em 2025, foram contabilizados 28 milhões de fraudes envolvendo o Pix, consolidando o sistema como principal alvo de criminosos digitais. Além disso, dados publicados na revista E-Commerce Brasil apontam que o valor médio das transações fraudulentas bloqueadas no e-commerce subiu 38,3% em relação a 2024, atingindo R$1.678,94.

"A prevenção de risco é essencial. Não acreditamos que apenas elevar o custo de abertura de instituições de pagamento seja suficiente, porque o infrator muitas vezes tem mais recursos que investidores legítimos. É preciso olhar o cenário geral, o background dos sócios e o plano de negócios das operações", ressalta o executivo.

Equilíbrio entre inovação e segurança

Estudos da Associação Pagos, reiterados em sua revista digital Panorama Econômico, defendem que o crescimento exponencial de algumas operações deve ser analisado com cautela, já que discrepâncias podem indicar irregularidades. Para Daniel Nery, o equilíbrio entre inovação e segurança é fundamental. "Iniciativas como o Pix foram um sucesso, mas também revelaram vulnerabilidades. Precisamos avançar em soluções digitais sem abrir espaço para brechas, formando uma tríade entre empresas, associações e órgãos reguladores para definir as arestas que devem ser aparadas".

Necessidade de cooperação entre mercado e reguladores

Com o avanço dos pagamentos digitais e o aumento dos registros de fraudes, a Associação Pagos de Gestão de Pagamentos Eletrônicos defende a necessidade de cooperação entre mercado e reguladores. O vice-presidente de Facilitadores de Pagamentos da entidade afirma que o objetivo é contribuir para a credibilidade do setor e para a adoção de práticas de segurança voltadas ao crescimento das operações de pagamentos eletrônicos no Brasil.

Website: http://www.pagos.org.br

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade